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Ela largou seu emprego após 43h seguidas de trabalho e triplicou o faturamento do próprio negócio

Ex-consultora transformou burnout em estratégia e aplicou toolkit financeiro para crescer na crise

 (Reprodução/LinkedIn)

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Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 3 de março de 2026 às 11h19.

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Sunny Stroeer estava a poucos meses de completar 30 anos quando enfrentou um turno de 43 horas seguidas na Bain. O projeto foi entregue com sucesso, cliente satisfeito e sócios felizes. Logo depois, ela pediu demissão.

Não saiu por falta de desempenho. Saiu mesmo sendo boa no que fazia. O que pesou foi o custo pessoal e o desgaste acumulado. Anos depois, à frente de empresas de aventura ao ar livre, ela afirma que a consultoria foi a melhor escola para gerir risco, crescer receita e atravessar crises. As informações são do Business Insider.

Para profissionais que desejam fortalecer sua capacidade de análise financeira e tomada de decisão, há um treinamento disponível por R$ 37 voltado ao desenvolvimento em finanças corporativas.

Da consultoria à gestão de risco real

Após deixar a Bain em 2015, Sunny decidiu explorar o que realmente a motivava. Tornou-se atleta profissional de aventura e, posteriormente, passou a comandar uma empresa de guias em Utah e uma operação global de expedições voltadas para mulheres.

A transição pode soar radical. Mas, do ponto de vista de finanças corporativas, a lógica é menos romântica e mais estratégica. Aventuras de alto risco exigem planejamento, leitura de cenário, análise de variáveis e decisões sob pressão. Competências centrais também no mundo corporativo.

Ela afirma que as escolhas feitas em expedições de mil milhas ou escaladas técnicas podem ter consequências de vida ou morte. A disciplina analítica desenvolvida na consultoria tornou-se diferencial competitivo.

As inscrições para o pré-MBA em Finanças Corporativas da EXAME em parceria com a Saint Paul estão abertas por R$ 37.

Crescimento em meio à crise

Dias antes da pandemia, Sunny e o marido assumiram a operação da empresa de guias que hoje administram. O cenário mudou rapidamente. Cancelamentos, incerteza e risco de insolvência.

Em vez de reagir de forma impulsiva, aplicou o que chama de toolkit da consultoria. Estruturou cenários, revisou custos, priorizou caixa e redesenhou a estratégia operacional.

O resultado foi uma expansão superior a três vezes desde 2020. A crise se transformou em caso prático de reestruturação e crescimento.

Para executivos de finanças corporativas, o ponto central está na capacidade de organizar problemas complexos, separar variável controlável de ruído e agir com disciplina estratégica.

Aprenda a gerenciar o orçamento de empresas

Casos de empresas que enfrentam dificuldades por falhas na gestão financeira são frequentes. De startups a grandes corporações, o desafio envolve manter controle rigoroso das finanças e tomar decisões estratégicas baseadas em dados. Essa responsabilidade não se limita à alta liderança. Profissionais de diferentes áreas que dominam fundamentos financeiros ampliam sua relevância e potencial de crescimento na carreira.

Com esse objetivo, EXAME e Saint Paul disponibilizaram, por tempo limitado, mais uma edição do Pré-MBA em Finanças Corporativas.

O programa é direcionado a quem busca aprofundar conhecimentos em gestão financeira e se destacar em um mercado competitivo. Ao longo de quatro aulas virtuais, os participantes terão acesso a conteúdos sobre análise financeira, planejamento estratégico e gestão de riscos.

Entre os diferenciais estão conteúdo desenvolvido por especialistas, carga horária de três horas, programa atualizado, certificado de conclusão, aulas virtuais com sessão de perguntas e respostas, interação com outros profissionais e estudos de caso de mercado.

As vagas podem ser garantidas por R$ 37 no pré-MBA em Finanças Corporativas da EXAME e Saint Paul.

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