Negócios

Governo venderá 100% da sua participação na Vale, afirma Salim Mattar

No início desta semana, o BNDES levantou 8,1 bilhões de reais com a venda de um bloco de ações da mineradora

Salim Mattar: secretário especial de Desestatização frisou não ser objetivo do poder público ser acionista de companhias (Amanda Perobelli/Reuters)

Salim Mattar: secretário especial de Desestatização frisou não ser objetivo do poder público ser acionista de companhias (Amanda Perobelli/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 7 de agosto de 2020 às 21h00.

Priorizar nos meus resultados Google

O secretário especial de Desestatização do Ministério da Economia, Salim Mattar, afirmou nesta sexta-feira que o governo federal reduzirá em 100% a sua participação na mineradora Vale, frisando não ser objetivo do poder público ser acionista de companhias.

"O governo tinha ainda participação na Vale e está reduzindo a participação até vender 100%", afirmou Mattar em participação no Programa "Os Pingos nos Is", da Jovem Pan. "Este governo vai reduzir, substancialmente, o seu portfólio de empresas e seu hedge fund", afirmou

No início desta semana, O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) levantou 8,1 bilhões de reais com a venda de um bloco de ações da mineradora Vale, a 60,26 reais cada, de acordo com informações do presidente da instituição, Gustavo Montezano.

Mattar pontuou que o governo tem ainda ações da companhia próximas desse valor de 8 bilhões de reais que podem ser vendidas. "O governo não quer ser mais acionista. Nós queremos alocar esses recursos para reduzir dívida ou para melhorar qualidade de vida do cidadão", afirmou.

Ainda de acordo com o secretário, o governo tem 14 companhias no "pipeline" para serem privatizadas.

Acompanhe tudo sobre:ValePrivatizaçãoSalim Mattar

Mais de Negócios

Parque aquático de quase 50 anos fecha após prejuízos milionários

Neymar tentou comprar a mansão mais cara do Brasil. Agora ela vai virar um projeto de R$ 360 milhões

Empresas brasileiras dizem amar inovação, mas só 7,7% têm esse perfil na cultura, mostra pesquisa

O império de R$ 600 milhões no interior de SP que domina o mercado brasileiro de amendoim