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FUP aceita proposta da Petrobras e greve pode acabar

Caso a empresa não cumpra com o que foi fechado em acordo, a paralisação pode ser retomada

Logo da Petrobras: caso a empresa não cumpra com o que foi fechado em acordo, a paralisação pode ser retomada (Ueslei Marcelino/ Reuters)
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Da Redação

Publicado em 13 de novembro de 2015 às 15h46.

Rio - A diretoria da Federação Única dos Petrobras (FUP) aceitou a proposta apresentada pela Petrobras e decidiu indicar o fim da greve iniciada no dia 1º deste mês. Hoje, sindicatos afiliados, em todo o País, realizarão assembleias para votar a indicação pelo fim da greve.

Mas, caso a empresa não cumpra com o que foi fechado em acordo, a paralisação pode ser retomada.

Além de conceder reajuste de 9,53% e manter os benefícios trabalhistas previstos no acordo do ano passado, a Petrobras se dispôs a formar um grupo de trabalho técnico para discutir o plano de investimento e a venda de ativos.

Neste grupo, os sindicalistas terão o mesmo direito de decisão que os representantes da empresa. No prazo de 60 dias, será concluído um relatório para ser entregue à diretoria e ao governo federal.

"Pela primeira vez, teremos a chance de disputar os rumos do plano de negócios da Petrobras, propondo alternativas para o endividamento que levem em conta os impactos da redução dos investimentos no PIB, na geração de empregos, na balança comercial do setor e na arrecadação de royalties", afirmou a FUP, em nota oficial.

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Mas, caso a empresa não cumpra com o que foi fechado em acordo, a paralisação pode ser retomada.

Além de conceder reajuste de 9,53% e manter os benefícios trabalhistas previstos no acordo do ano passado, a Petrobras se dispôs a formar um grupo de trabalho técnico para discutir o plano de investimento e a venda de ativos.

Neste grupo, os sindicalistas terão o mesmo direito de decisão que os representantes da empresa. No prazo de 60 dias, será concluído um relatório para ser entregue à diretoria e ao governo federal.

"Pela primeira vez, teremos a chance de disputar os rumos do plano de negócios da Petrobras, propondo alternativas para o endividamento que levem em conta os impactos da redução dos investimentos no PIB, na geração de empregos, na balança comercial do setor e na arrecadação de royalties", afirmou a FUP, em nota oficial.

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