Álbum da Panini é um dos poucos negócios de sucesso da Copa

Enquanto varejistas preocupam-se com a possível diminuição das vendas durante o mundial, fabricante dos álbuns de figurinha pode chegar a faturamento de R$ 1 bi

São Paulo - Há nove dias da estreia da Copa do Mundo, as empresas brasileiras ainda estão decidindo se o evento será bom ou ruim para seus negócios. Varejistas preocupam-se, por exemplo, com a possível queda das vendas no Dia dos Namorados, que coincidirá este ano com a abertura do Mundial.

Os feriados não programados podem atrapalhar muita gente e todos temem que possíveis manifestações afastem as pessoas das ruas - e das lojas, consequentemente. 

A Panini, porém, é só sorrisos. A febre dos cromos se alastrou pelo Brasil, chegou até a presidente Dilma Rousseff e trará para a companhia um faturamento de até 1 bilhão de reais só com a venda de figurinhas.

O valor foi estimado com base nos 8 milhões de torcedores que a empresa espera que, até o fim do mundial, tornem-se colecionadores no Brasil.

Para dar conta de tamanha demanda, a fabricante exclusiva dos álbuns dobrou a capacidade de produção de sua fábrica no Brasil em relação à Copa de 2010, chegando a 9 milhões de envelopes por dia. Para isso, gastou 2,5 milhões de reais. Hoje, são 380 funcionários trabalhando, enquanto que no último mundial, este número não passou de 100.

A companhia italiana foi fundada em 1961 por quatro irmãos e destacou-se no segmento de figurinhas ao vendê-las em pacotes fechados, o que dava surpresa ao colecionador. Com a ideia original, a Panini ganhou presença em centenas de países e faturamento bilionário.

Hoje, tem unidades na Europa, nos Estados Unidos e na América Latina. No Brasil, ela está presente desde 1989 e a fábrica no país é responsável por exportar para quase todas as regiões latino-americanas.

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