Negócios

AMD prevê receitas abaixo das estimativas

Previsão sinaliza que as vendas de consoles de videogames não crescem rápido o suficiente para ofuscar a desaceleração das vendas de PCs


	Chip da AMD: processadores da companhia são usados pela Microsoft e Sony em seus últimos consoles
 (Ashley Pon/Bloomberg)

Chip da AMD: processadores da companhia são usados pela Microsoft e Sony em seus últimos consoles (Ashley Pon/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 21 de janeiro de 2014 às 20h36.

A fabricante de chips Advanced Micro Devices previu uma queda maior que o esperado nas receitas do atual trimestre, sinalizando que as vendas de consoles de videogames não crescem rápido o suficiente para ofuscar a desaceleração das vendas de PCs.

As processadores da companhia são usados pela Microsoft e Sony em seus últimos consoles.

A AMD por muito tempo competiu com a Intel para fornecer chips para PCs, mas enquanto consumidores compram menos laptops e desktops, a empresa olha para os consoles de videogames para ter aumento de receitas.

A AMD disse nesta terça-feira que espera queda de 16 por cento nas receitas, com margem de erro de 3 pontos, no primeiro trimestre, comparado com o quarto trimestre encerrado em 28 de dezembro.

Isso significa uma receita de cerca de 1,34 bilhão de dólares. A média dos analistas esperavam receitas de 1,36 bilhão de dólares, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S.

O lucro líquido foi de 89 milhões de dólares, ou 0,12 dólar por ação, no trimestre encerrado em 28 de dezembro, comparado a um prejuízo de 473 milhões de dólares, ou 0,63 dólar por ação no ano anterior.

Excluindo itens extraordinários, a AMD teve lucro de 0,06 dólar por ação. As receitas subiram 37 por cento, para 1,59 bilhão de dólares.

Acompanhe tudo sobre:gestao-de-negociosResultadoBalançosChips

Mais de Negócios

US Top, Staroup, Zoomp: o que aconteceu com os jeans que bombavam nos anos 70

Da ideia à escala: como empresa de BC construiu R$ 2,4 bi em franquias

Brasil perde R$ 30 bilhões por ano com mercado ilegal de combustíveis, diz CEO da Ipiranga

O recado para franquias na NRF é menos sobre tecnologia e mais sobre significado