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Embraer deve conversar com Saab sobre caças em fevereiro

As conversas definirão o papel da Embraer na cadeia de produção das 36 aeronaves que serão fabricadas para a Força Aérea Brasileira (FAB)


	Caça Gripen NG, da Saab: durante os dias na Suíça, há expectativa de que a presidente Dilma Rousseff tenha um encontro com os representantes da sueca Saab
 (Bthebest/ Wikimedia Commons)

Caça Gripen NG, da Saab: durante os dias na Suíça, há expectativa de que a presidente Dilma Rousseff tenha um encontro com os representantes da sueca Saab (Bthebest/ Wikimedia Commons)

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Da Redação

Publicado em 22 de janeiro de 2014 às 16h52.

Davos - O presidente da Embraer Defesa e Segurança, Jackson Schneider, disse que a empresa brasileira começará a conversar com os suecos da Saab no início de fevereiro sobre eventual participação no projeto de fabricação dos caças Gripen NG.

As conversas definirão o papel da Embraer na cadeia de produção das 36 aeronaves que serão fabricadas para a Força Aérea Brasileira (FAB).

Ao deixar um encontro de empresários brasileiros na cidade suíça durante o Fórum Econômico Mundial, o executivo comentou que ainda não há qualquer definição sobre uma parceria entre a Embraer e Saab.

"Ainda é muito prematuro para definir com precisão quais são todas as etapas deste processo de responsabilidade da Embraer, em que a Embraer vai ajudar. Mas com certeza estaremos envolvidos no projeto", disse Schneider.

Durante os dias na Suíça, há expectativa de que a presidente Dilma Rousseff tenha um encontro com os representantes da sueca Saab. A Embraer, porém, não deve participar da reunião.

Schneider disse estar otimista para o discurso da presidente Dilma durante o Fórum Econômico Mundial. O executivo que trocou o setor automobilístico pela indústria de defesa acredita que a presidente fará um discurso "realista" e mostrará as perspectivas da economia brasileira aos líderes mundiais.

"A presença de Dilma Rousseff aqui é muito positiva e vai ser bem recebida por Davos. A expectativa (pelo discurso) é uma demonstração clara da confiança sobre o papel importante, pela maior influência do Brasil no mundo", disse Schneider.

"Será uma oportunidade para ouvir a presidente e vai ser positivo para o Brasil", completou. O executivo não concorda com a avaliação de que aumentou o pessimismo do mercado financeiro com o Brasil.

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