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Eike cometeu erros grosseiros de análise, diz Esteves

Segundo presidente do BTG Pactual, não houve má-fé e quem mais perde é o próprio empresário


	André Esteves: não houve má-fé por parte de Eike
 (Jin Lee/Bloomberg)

André Esteves: não houve má-fé por parte de Eike (Jin Lee/Bloomberg)

Daniela Barbosa

Daniela Barbosa

Publicado em 3 de setembro de 2013 às 08h56.

São Paulo – Desde março, o BTG Pactual firmou uma parceria de cooperação estratégica com as empresas de Eike Batista. André Esteves, fundador e presidente do banco, saiu em defesa do empresário, na última segunda-feira, e em conversa com a imprensa, afirmou que não houve má-fé por parte do empresário, houve, sim, “erros grosseiros de análise a avaliação”. As informações são do Valor Econômico, desta terça-feira.

Para Esteves, o BTG tem a missão de tentar aliviar os danos da derrocada de Eike. “Não é uma história feliz, é uma história triste. Ele é o maior perdedor”, disse o empresário ao Valor.

Ele ainda afirmou que é importante sonhar, mas também manter os pés no chão. “Os projetos da empresa eram muito grandes, muito complexos, demandaram muito capital do mercado financeiros”.

Questionado sobre o papel do BTG na recuperação das empresas da EBX, Esteves preferiu não comentar sobre o assunto.

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