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CVM aperta o cerco contra empresas

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tem apertado o cerco contra as empresas que andam fora da linha. Em 2009, foram julgados 60 processos administrativos e fechados 56 termos de compromisso - nesse caso, o triplo do que foi fechado em 2006. E, mesmo nos casos de acordo para encerrar os processos de investigação, o […]

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Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h43.

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tem apertado o cerco contra as empresas que andam fora da linha. Em 2009, foram julgados 60 processos administrativos e fechados 56 termos de compromisso - nesse caso, o triplo do que foi fechado em 2006. E, mesmo nos casos de acordo para encerrar os processos de investigação, o martelo não é batido por menos que o dobro do valor obtido com a operação irregular.

Em outubro do ano passado, outro valor expressivo. O Credit Suisse aceitou desembolsar R$ 19,2 milhões para encerrar um processo na CVM em que a instituição financeira era acusada de uso de informação privilegiada para negociar ações da Embraer. E o trabalho de fiscalização, segundo a presidente da CVM, Maria Helena Santana, deve aumentar este ano, com a chegada de mais empresas de capital aberto. Até agora, primeiro mês do ano, já são cinco pedidos de IPO.

Para aumentar a agilidade na investigação das irregularidades, a CVM acertou uma parceria com a Polícia Federal, que em breve será anunciada, e tenta tirar do papel um acordo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para investir na modernização de sistemas tecnológicos.

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