Negócios

CSU obtém certificação para processar cartões Visa

Primeiro cliente a receber o novo serviço será o Banrisul

CSU foi a primeira processadora independente do mercado brasileiro a receber o aval da Visa (Creative Commons/Wikimedia Commons)

CSU foi a primeira processadora independente do mercado brasileiro a receber o aval da Visa (Creative Commons/Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 25 de abril de 2012 às 12h05.

São Paulo - A CSU CardSystem obteve a certificação da Visa para processar suas transações eletrônicas de pagamento, segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quarta-feira. O primeiro cliente a usar a nova bandeira será o banco Banrisul, com operação prevista para começar no final deste semestre.

Com a certificação, a CSU poderá prestar serviços às instituições financeiras e emissores de cartões que queiram atuar no mercado de adquirência (empresas que fazem a captura, processamento e liquidação das transações) através de sua plataforma CSU Acquirer.

A companhia acredita que o mercado brasileiro para adquirentes possui um grande potencial de crescimento, tanto em volume de transações quanto em número de players. Ela afirmou que está em negociação com alguns adquirentes em potencial para sua divisão CSU Acquirer, uma vez que proporciona às instituições a oportunidade de se tornarem adquirentes das bandeiras internacionais sem a necessidade de investir no desenvolvimento de sistemas próprios.

A CSU foi a primeira processadora independente do mercado brasileiro a receber o aval da Visa, assim como já tinha acontecido com a MasterCard, no ano passado.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas americanasTecnologia da informaçãomeios-de-pagamentosetor-de-cartoesVisaCSUCSU Cardsystem

Mais de Negócios

'Cultura não se copia': ele criou um grupo de US$ 400 milhões apostando em retenção no food service

O processo que ia falir sua empresa virou ouro no TikTok: como ela faturou US$ 30 mil em um dia

Aos 34 anos, ele trocou a engenharia de software pela IA e criou plataforma que já faturou US$ 8 mi

Aos 23 anos, ele já lucrou mais de US$ 1 milhão com ações e hoje trabalha apenas 1h30 por dia