Negócios

CSN entra em processo por ativos da Thyssen nos EUA e Brasil

A companhia também informou que estuda soluções para diferenças com parceiros na Namisa


	As parcerias da CSN  no projeto são a ITOCHU Corporation, Nippon Steel Corporation, JFE Steel Corporation, POSCO, Sumitomo Metal Industries, Kobe Steel, e Nisshin Steel
 (Alexandre SantAnna/Veja Rio)

As parcerias da CSN  no projeto são a ITOCHU Corporation, Nippon Steel Corporation, JFE Steel Corporation, POSCO, Sumitomo Metal Industries, Kobe Steel, e Nisshin Steel (Alexandre SantAnna/Veja Rio)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de maio de 2013 às 22h08.

São Paulo - A siderúrgica CSN confirmou participar de processo para aquisição de ativos siderúrgicos da Thyssenkrupp nos EUA e no Brasil, mas acrescentou não ter feito nenhuma oferta ou contrato vinculantes, de acordo com fato relevante nesta sexta-feira.

"Como parte deste processo, estão em curso tratativas sobre os termos e condições que seriam aplicáveis à potencial operação, as quais não foram concluídas até o momento", disse o documento.

A companhia também informou que estuda soluções para diferenças com parceiros na Namisa, e, caso as partes não cheguem a termos satisfatórios, essa parceria pode ser dissolvida.

"Estas alternativas incluem, entre outras, a eventual combinação das operações de minério de ferro e atividades correlatas da CSN e da Namisa", segundo o fato relevante.

"As negociações quanto aos termos e condições que seriam aplicáveis a esta eventual operação não foram concluídas até o momento", continuou o documento.

Suas parcerias no projeto são a ITOCHU Corporation, Nippon Steel Corporation, JFE Steel Corporation, POSCO, Sumitomo Metal Industries, Kobe Steel, e Nisshin Steel.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasCSNSiderúrgicasSiderurgiaSiderurgia e metalurgiaPaíses ricosEstados Unidos (EUA)Empresas alemãsThyssenkrupp

Mais de Negócios

Linguiça de peixe e geleia de gengibre: a foodtech que nasceu em uma sala de aula no Amapá

Após falência e divórcio, casal supera crise e cria franquia que fatura US$ 1,4 milhão por ano

Essa professora largou as salas de aula e criou um estúdio de design que fatura US$ 200 mil por ano

Aos 28 anos, ela acumulou dívida de US$ 141 mil e criou 'combo' de rendas extras para quitar tudo