• AALR3 R$ 20,13 -0.20
  • AAPL34 R$ 68,52 1.72
  • ABCB4 R$ 16,65 0.79
  • ABEV3 R$ 14,21 1.21
  • AERI3 R$ 3,75 5.04
  • AESB3 R$ 10,92 0.74
  • AGRO3 R$ 31,36 0.58
  • ALPA4 R$ 22,15 4.04
  • ALSO3 R$ 18,85 -0.79
  • ALUP11 R$ 26,51 -2.07
  • AMAR3 R$ 2,58 1.57
  • AMBP3 R$ 32,48 4.47
  • AMER3 R$ 21,50 -1.78
  • AMZO34 R$ 3,43 5.09
  • ANIM3 R$ 5,66 3.47
  • ARZZ3 R$ 81,38 2.42
  • ASAI3 R$ 16,30 3.69
  • AZUL4 R$ 20,95 4.38
  • B3SA3 R$ 12,43 4.37
  • BBAS3 R$ 37,45 -0.32
  • AALR3 R$ 20,13 -0.20
  • AAPL34 R$ 68,52 1.72
  • ABCB4 R$ 16,65 0.79
  • ABEV3 R$ 14,21 1.21
  • AERI3 R$ 3,75 5.04
  • AESB3 R$ 10,92 0.74
  • AGRO3 R$ 31,36 0.58
  • ALPA4 R$ 22,15 4.04
  • ALSO3 R$ 18,85 -0.79
  • ALUP11 R$ 26,51 -2.07
  • AMAR3 R$ 2,58 1.57
  • AMBP3 R$ 32,48 4.47
  • AMER3 R$ 21,50 -1.78
  • AMZO34 R$ 3,43 5.09
  • ANIM3 R$ 5,66 3.47
  • ARZZ3 R$ 81,38 2.42
  • ASAI3 R$ 16,30 3.69
  • AZUL4 R$ 20,95 4.38
  • B3SA3 R$ 12,43 4.37
  • BBAS3 R$ 37,45 -0.32
Abra sua conta no BTG

Como se faz o ranking de reputação Merco

Opinião de analistas, empresários e consumidores - saiba o que de fato importa na elaboração de um ranking de reputação
Para conhecer a relevância de empresas e líderes de cada país, o aprofundamento no cenário local se torna condição indispensável para uma boa apuração. (Hulton Archive/Getty Images)
Para conhecer a relevância de empresas e líderes de cada país, o aprofundamento no cenário local se torna condição indispensável para uma boa apuração. (Hulton Archive/Getty Images)
Por Bárbara LadeiaPublicado em 06/06/2013 07:48 | Última atualização em 06/06/2013 07:48Tempo de Leitura: 3 min de leitura

São Paulo – São variados os elementos que sustentam uma boa reputação de empresas e líderes em âmbito nacional. Há muita coisa em jogo: desde a ética dos competidores e a apresentação de resultados até questões mais particulares, como o carisma ou o alcance social das decisões tomadas esses agentes.

Para construção de um ranking de reputação, no entanto, boa parte da subjetividade acaba dissolvida por uma larga base de entrevistas e coleta de diversas opiniões. 

Esse é um dos princípios básicos da metodologia do Merco, ranking internacional de reputação de empresas e executivos em dez países. Pela primeira vez no Brasil, foram consultados potenciais clientes, fornecedores, acionistas e possíveis grupos afetados pelo desempenho da empresa e de suas lideranças.

Estiveram sob análise os resultados econômicos-financeiros, a qualidade dos produtos, a reputação interna, a ética, a dimensão internacional e também a capacidade inovadora de cada empresa.

Para avaliar os líderes, a visão estratégica e comercial são dois dos sete pilares que sustentam a pesquisa. A capacidade inovar, unir suas equipes, fomentar a ética, se projetar internacionalmente e se comunicar completam os critérios de análise de lideranças.

Adrián Cordero, diretor geral do Merco, diz que há mais de 12 anos a instituição busca aprimorar a precisão dos dados coletados junto aos entrevistados. “Uma vez que a reputação corporativa de uma empresa provém das avaliações dos seus diferentes stakeholders, a nossa metodologia é obter esta informação da forma mais precisa e representativa possível”, diz.

Entre analistas financeiros, associações, sindicatos, organizações do terceiro setor e jornalistas, a estratégia é adaptar o formato da pesquisa a cada país em questão. O Merco contou com a experiência do Ibope para levantamento das informações do Merco Brasil.

Particularidades

Para conhecer a relevância de empresas e líderes de cada país, o aprofundamento no cenário local se torna condição indispensável para uma boa apuração.

Diferente de outros países – o Merco já faz levantamentos em outras nove localidades -, por aqui, Cordero notou uma forte presença das empresas locais em comparação ao posicionamento das multinacionais. 


“A presença de brasileiras é bastante acentuada, especialmente entre as dez melhores”, diz o diretor geral do Merco. No entanto, o maior destaque é do setor automotivo, graças à relevância desse mercado na economia nacional. 

Desafio

Cordero explica que maior dificuldade das edições inaugurais em cada país é convencer os gestores e especialistas a responderem aos questionários da pesquisa. “Esta dificuldade diminui à medida que o Merco publica novas edições, já que a metodologia normalmente gera uma melhor receptividade por parte dos diferentes grupos.”

A vasta população e área do Brasil toram esse obstáculo ainda maior. “Com a entrada do Merco no México, no Brasil agora, e, em breve, na Alemanha, nosso monitor enfrenta o desafio de estar presente em três países que são modelos econômicos e de desenvolvimento”, afirma.