Negócios

Cemig solicita ao STF isenção de investimento ambiental

O TJ-MG determina que a estatal mineira invista o equivalente a, no mínimo, 0,5% da receita operacional em medidas dessa natureza


	Cemig: para estatal, haveria "grave lesão" a seu patrimônio pelo montante envolvido no imbróglio
 (Divulgação/Divulgação)

Cemig: para estatal, haveria "grave lesão" a seu patrimônio pelo montante envolvido no imbróglio (Divulgação/Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 26 de agosto de 2014 às 17h17.

São Paulo - A Cemig ajuizou ação cautelar no Supremo Tribunal Federal (STF), com pedido de liminar, na qual solicita efeito suspensivo contra decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) que a obriga a investir na proteção e preservação ambiental de mananciais hídricos nos municípios de Uberaba, Água Comprida, Delta, Campo Florido e Veríssimo.

O TJ-MG determina que a estatal mineira invista o equivalente a, no mínimo, 0,5% da receita operacional em medidas dessa natureza.

De acordo com informações da página eletrônica do STF, a Cemig alega que a determinação de obrigações tributárias ou tributárias ambientais contra concessionárias federais de energia deve ser feita pela União, e não por intermédio de leis estaduais.

A estatal mineira também salienta que, na eventualidade de o cumprimento da sentença ser iniciado antes do julgamento do recurso extraordinário, haveria "grave lesão" a seu patrimônio em função do montante envolvido no imbróglio.

O relator do caso será o ministro Marco Aurélio Mello.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasCemigEstatais brasileirasEnergia elétricaEmpresas estataisServiçosMeio ambienteSupremo Tribunal Federal (STF)

Mais de Negócios

Famílias do agro e das joias investem em prédios de luxo de R$ 1,3 bi no litoral de SC

Após abandonar o direito, ele transformou delivery de sushi em rede que vai faturar R$ 66 milhões

O plano da maior fabricante de Coca-Cola no mundo para crescer 20% com a Copa no Brasil

OPINIÃO: ChatGPT, Gemini e Claude podem 'emburrecer' no Brasil — e a culpa é dos políticos