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  • AMBP3 R$ 29,72 4.54
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  • AMZO34 R$ 72,52 3.90
  • ANIM3 R$ 5,38 7.60
  • ARZZ3 R$ 82,03 2.08
  • ASAI3 R$ 15,52 1.84
  • AZUL4 R$ 20,75 11.02
  • B3SA3 R$ 11,44 -3.87
  • BBAS3 R$ 35,10 -0.17
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Bunge e BP criam joint venture de açúcar e bioenergia no Brasil

A união, que resultará na BP Bunge Bioenergia, teria a participação de 50% de cada empresa
Bunge: empresa fez parceria com BP no setor de energia (Divulgação/IVSON)
Bunge: empresa fez parceria com BP no setor de energia (Divulgação/IVSON)
Por Estadão ConteúdoPublicado em 22/07/2019 14:20 | Última atualização em 22/07/2019 14:20Tempo de Leitura: 2 min de leitura

A Bunge e a BP PLC anunciaram nesta segunda-feira, 22, que chegaram a um acordo para criar uma joint venture de açúcar e bioenergia no Brasil com 50% de participação de cada empresa. A joint venture será chamada de BP Bunge Bioenergia, e vai operar 11 usinas com capacidade de moagem combinada de 32 milhões de toneladas por ano. "A joint venture terá a flexibilidade de produzir um mix de etanol e açúcar", diz o comunicado. Também será possível gerar energia renovável do bagaço de cana-de-açúcar.

A sede da nova companhia deve ser em São Paulo. O CEO será Geovane Consul, da Bunge, e Mario Lindenhayn, da BP, será o "executive chairman". Ambas as companhias terão representação igual no Conselho de Administração.

De acordo com a nota divulgada pela manhã, a Bunge receberá US$ 775 milhões pela operação, dos quais US$ 700 milhões "relativos à dívida sem recurso da Bunge a ser assumida pela joint venture no fechamento da operação" e US$ 75 milhões da BP. Além disso, a Bunge não vai mais consolidar suas operações de açúcar e bioenergia no Brasil em demonstrações financeiras consolidadas.

"Essa parceria com a BP representa um marco importante no processo de otimização de portfólio da Bunge, o qual nos permitirá reduzir nossa atual exposição ao negócio de açúcar e bioenergia, fortalecer nosso balanço patrimonial e focar em nossas principais atividades. Temos na BP um parceiro forte e comprometido, assim como flexibilidade no médio e longo prazos para monetização futura, com potencial de saída total via oferta pública inicial (IPO) ou outra rota estratégica", disse o CEO da Bunge, Gregory Heckman, em nota.

O chefe da BP Alternative Energy, Dev Sanyal, afirmou no comunicado: "biocombustíveis desempenham um papel fundamental na transição energética, e o Brasil é líder no desenvolvimento desse setor em escala. Este importante passo permitirá à BP aumentar significativamente a escala, a eficiência e a flexibilidade de nosso negócio em um dos mercados de biocombustíveis que mais crescem no mundo".