Negócios

BNDES aprova financiamento de R$239,3 mi para Cargill

Dinheiro do banco deverá financiar unidade com capacidade para processar 1,2 mil toneladas de milho por dia


	Fábrica da Cargill: BNDES irá financiar implantação de uma nova unidade de processamento de milho em Castro, no Paraná
 (Germano Lüders/EXAME)

Fábrica da Cargill: BNDES irá financiar implantação de uma nova unidade de processamento de milho em Castro, no Paraná (Germano Lüders/EXAME)

DR

Da Redação

Publicado em 30 de setembro de 2013 às 16h37.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de 239,3 milhões de reais à Cargill Agrícola S.A., para implantação de uma unidade de processamento de milho em Castro, no Paraná, de acordo com nota do BNDES.

A unidade da multinacional do agronegócio terá capacidade para processar 1,2 mil toneladas por dia, visando à produção de soluções em amidos e adoçantes.

As obras deverão ser concluídas em outubro, de acordo com o BNDES.

"A empresa estima que a nova fábrica entrará em operação gradualmente a partir de janeiro de 2014, atingindo plena capacidade em julho." As novas instalações serão construídas em uma área de aproximadamente 245 hectares, projetada para ser um complexo industrial, com possibilidade de futura expansão da capacidade para 3,2 mil toneladas por dia, segundo o BNDES.

O valor financiado representa 56 por cento do total a ser investido no projeto, que também contempla a implantação de subestação, linha de transmissão e emissário de efluentes, além de investimentos sociais na comunidade.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasTrigoEmpresas americanasFinanciamento de grandes empresasBNDESAgronegócioCargill

Mais de Negócios

Ele investiu R$ 50 mil em uma franquia de limpeza e hoje fatura R$ 3 milhões

A cultura de sócio por trás da expansão do Outback: ‘Vamos chegar a 200 lojas’, diz executiva

Em meio à recuperação judicial, empresa compra 13,2% da dona da Tok&Stok; dois fundos deixam grupo

QI Tech abre escritório em Xangai e quer levar tecnologia brasileira para a China