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Após a Black Friday, Cyber Monday reúne ofertas e promoções com até 70%

Em 2021, a data movimentou mais de R$ 827,4 milhões, uma alta de 17,7% em relação ao ano de 2020

Crescimento da data foi acompanhado pelo aumento do ticket médio em 10% (Foto/Thinkstock)

Crescimento da data foi acompanhado pelo aumento do ticket médio em 10% (Foto/Thinkstock)

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Marcos Bonfim

28 de novembro de 2022, 06h05

Novembro vem se consolidando cada vez mais como o mês das promoções. Em 2022, no clima da Copa do Mundo, o mês teve o 11.11, o Dia dos Solteiros na China, e reuniu ofertas para todos os gostos em torno da Black Friday.

E, no apagar dos luzes, chega a última ação, a Cyber Monday, nesta segunda-feira, 28. Criada no Estados Unidos, a data é irmã mais nova da Black Friday e nasceu em 2005 como uma forma de impulsionar o comércio eletrônico, ainda incipiente à época.

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Ao longo do tempo, a Black Friday, antes concentrada no ambiente físico, avançou sobre e-commerce. A Cyber mantém a sua característica de vendas online e, até pelo nome ligado à tecnologia, se tornou uma data em que as marcas buscam trabalhar com itens relacionados à área.

Quanto a Cyber Monday movimenta

No Brasil, a Cyber Monday chegou oficialmente em 2011 e, assim como a irmã mais velha, vem conquistando espaço cada vez maior no calendário e no bolso do brasileiro.

Levantamento da Neotrust aponta que a data movimentou mais de R$ 827,4 milhões em 2021, uma alta de 17,7% em relação ao ano de 2020. No período, ocorreu também o incremento no ticket médio em 10,1%, saltando para o valor de R$ 509,53.

Comparativamente, a data é bem menor que a Black Friday, evento que girou R$ 7,5 bilhões no ano passado ao longo dos três dias de ofertas compilados pela empresa de inteligência de dados.

Tem uma importância relevante, no entanto, para a comercialização de produtos de tecnologia, hoje os mais procurados pelos consumidores, segundo levantamento recente do Google.

Os eletrônicos, com destaque para consoles e jogos (86%), celulares (85%), TVs (83%), computadores, tablets e periféricos (80%), apareciam entre os mais pesquisados.

Outro apelo que a data ganhou foi como queima de estoque da Black Friday. Ou seja, uma forma de prolongar as ofertas e ampliar as possibilidades de venda.

Quem participa da ação

A data já está disseminada pelo varejo brasileiro e grandes marcas contam com estratégia para a Cyber Monday.

A Magazine Luiza, por exemplo, promete ofertas exclusivas no e-commerce com descontos de até 50%. Já o Mercado Livre optou por não usar o nome ‘Cyber Monday’, e sim continuar sob a assinatura de ‘Black Friday’ como vem trabalhando ao longo de todo o mês.

O KaBum!, do portfolio da Magazine Luiza e conhecido como o maior no ecossistema de tecnologia e games, terá até 70% de desconto em seus produtos, como smartphones e notebooks.

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