Negócios

Anvisa suspende vendas de produtos da Lord Tech Cosméticos

A Anvisa determinou ainda a apreensão e inutilização dos produtos da marca que ainda estão no mercado


	Produtos da Lord Tech Cosméticos: determinação prevê, ainda, que a empresa promova o recolhimento do estoque existente no mercado
 (Reprodução/Facebook)

Produtos da Lord Tech Cosméticos: determinação prevê, ainda, que a empresa promova o recolhimento do estoque existente no mercado (Reprodução/Facebook)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de janeiro de 2016 às 14h46.

Brasília - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária suspendeu a fabricação, a distribuição, a divulgação e a comercialização de todos os produtos da empresa Lord Tech Cosméticos.

Segundo a agência reguladora, os produtos são fabricados por uma empresa desconhecida e distribuídos pela Lord Tech, que não tem autorização de funcionamento e está situada em local incerto.

Anvisa determinou ainda a apreensão e inutilização dos produtos da marca que ainda estão no mercado. As medidas saíram no Diário Oficial da União de hoje (7).

O condicionador Chá Verde Cabelos Oleosos Nutraactive, da Pétalas Cosméticos Indústria e Comércio, também teve fabricação, distribuição, divulgação e comercialização suspensos pela Anvisa.

Neste caso, segundo a agência reguladora, o fabricante havia pedido o cancelamento da autorização para fabricação do produto, porém, depois do cancelamento ainda produziu o condicionador.

A determinação prevê, ainda, que a empresa promova o recolhimento do estoque existente no mercado.

Procuradas pela reportagem, nenhuma das empresas quis se manifestar.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasCosméticosSaúde no Brasilhigiene-pessoal-e-belezaAnvisa

Mais de Negócios

Com 'cidade perdida' e montanha-russa, interior de SP terá parque de dinossauros de R$ 60 milhões

A empresa dele criou um 'Tinder' para o mercado imobiliário e já soma R$ 2,3 bilhões em projetos

Startup de antecipação de recebíveis já movimentou R$ 200 bilhões e mira expansão nos EUA

Gigante de R$ 5,6 bi, Rodobens fecha com o Mirassol de olho num mercado de R$ 600 milhões