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Amazon é processada por mulher transgênero por assédio

O casal apresentou uma série de queixas aos supervisores durante o ano que trabalharam no estoque da empresa, mas a Amazon não tomou nenhuma atitude

Amazon: Allegra Schawe-Lane foi submetida a provocações de colegas de trabalho (Mike Segar/Reuters)

Amazon: Allegra Schawe-Lane foi submetida a provocações de colegas de trabalho (Mike Segar/Reuters)

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Reuters

Publicado em 9 de agosto de 2017 às 18h51.

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Uma mulher transgênero e seu marido processaram a Amazon.com nesta quarta-feira, acusando a empresa de sujeitá-los a assédio severo e ameaças físicas quando ambos trabalhavam em um estoque da varejista no Estado norte-americano do Kentucky.

Um grupo que representa o casal disse que o caso foi impressionante, dado o apoio da empresa aos direitos LGBT.

Allegra Schawe-Lane foi submetida a provocações de colegas de trabalho. Ela e o marido, Dane Lane, também receberam comentários grosseiros sobre sua vida sexual, afirmou.

Segundo o processo, o casal apresentou uma série de queixas aos supervisores durante o ano que trabalharam no estoque da empresa, mas a Amazon não tomou nenhuma atitude.

Os supervisores também os assediaram e foram instruídos a "acompanhá-los de perto". Os dois temiam por suas vidas depois que um colega de trabalho cortou os freios de um carro do casal, afirma o processo. Eles deixaram seus empregos em 2015 depois do incidente.

A Amazon não respondeu aos pedidos de comentário.

O processo chega depois que a Amazon, uma dais maiores empresas norte-americanas, foi elogiada por grupos de direitos civis pelo drama "Transparent", uma das primeiras séries com um personagem principal transgênero.

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