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Acordo com Trafigura e Mubadala depende só de investimento

Segundo a MMX, a CVM aprovou o pedido de dispensa de apresentação de laudo de avaliação do patrimônio líquido das ações da companhia e de sua subsidiária


	MMX: pelos termos do acordo, a Trafigura e o Mubadala , o maior credor individual de Eike, terão uma participação de 65 por cento na MMX Porto Sudeste
 (Divulgação)

MMX: pelos termos do acordo, a Trafigura e o Mubadala , o maior credor individual de Eike, terão uma participação de 65 por cento na MMX Porto Sudeste (Divulgação)

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Da Redação

Publicado em 9 de dezembro de 2013 às 13h38.

São Paulo - A mineradora MMX disse nesta segunda-feira que um acordo com os investidores Mubadala e Trafigura envolvendo o controle Porto Sudeste depende agora apenas dos investimentos a serem feitos pelos estrangeiros.

Segundo a MMX, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou o pedido de dispensa de apresentação de laudo de avaliação do patrimônio líquido das ações da companhia e de sua subsidiária integral MMX Porto Sudeste a preços de mercado, no processo de troca de controle do ativo no litoral fluminense.

Em meados de outubro, a empresa informou que o empresário Eike Batista cedeu o controle do Porto do Sudeste --o mais importante ativo da MMX-- para a trading holandesa Trafigura Beheer e para o fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala, em um acordo de 996 milhões de dólares que tira dívidas de suas mãos e assegura novo investimento no porto.

Pelos termos do acordo, a Trafigura e o Mubadala , o maior credor individual de Eike, terão uma participação de 65 por cento na MMX Porto Sudeste.

O acordo foi aprovado em assembleia geral extraordinária de acionistas da MMX realizada em 27 de novembro.

No final de novembro, a Trafigura adiantou 7,3 milhões de euros para uma fornecedora das obras de construção do Porto Sudeste.

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