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Apresentado por VOY SAÚDE

Estudo mostra que acompanhamento multidisciplinar potencializa perda de peso

Voy Saúde reforça que medicamentos para emagrecer exigem prescrição, acompanhamento médico e mudança de hábitos

Emagrecimento saudável: além do cuidado médico e farmacêutico, a alimentação é um pilar central do tratamento (VOY SAÚDE/Divulgação)

Emagrecimento saudável: além do cuidado médico e farmacêutico, a alimentação é um pilar central do tratamento (VOY SAÚDE/Divulgação)

EXAME Solutions
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Publicado em 9 de janeiro de 2026 às 09h10.

Última atualização em 9 de janeiro de 2026 às 09h10.

O interesse por medicamentos para emagrecer nunca foi tão alto. Com a popularização de nomes como Wegovy e Mounjaro, além da recente decisão da Anvisa de reforçar a obrigatoriedade de prescrição e acompanhamento médico, os chamados agonistas de GLP-1 passaram do consultório médico para o centro das conversas cotidianas.

A curiosidade, no entanto, vem acompanhada de dúvidas sobre como esses medicamentos funcionam, quem pode utilizá-los e quais são os riscos quando usados sem orientação profissional.

Mas, afinal, o que são esses medicamentos?

Em linhas gerais, os agonistas de GLP-1 imitam a ação de um hormônio natural do corpo, liberado pelo intestino após as refeições, que ajuda a regular a fome, a saciedade e o controle do açúcar no sangue.

Ao estimular o organismo, fazendo-o agir como se estivesse satisfeito por mais tempo, esses remédios ajudam a reduzir o apetite e a quantidade de alimentos consumidos. Mas seu uso precisa ser recomendado por um médico.

“Eles retardam o esvaziamento gástrico, aumentam a sensação de saciedade e melhoram o controle da glicose”, explica a endocrinologista Karine Antunes, médica endocrinologista. “Na prática, o paciente sente menos fome, come porções menores e demora mais para sentir vontade de se alimentar novamente.”

A médica ressalta que o efeito não se limita à redução da ingestão alimentar. “Esse hormônio também melhora a resposta da insulina e reduz a produção de glicose pelo fígado, o que contribui para um metabolismo mais equilibrado”, afirma Antunes. “Por isso, além da perda de peso gradual, observamos benefícios metabólicos e cardiovasculares importantes.”

Apesar da ampla repercussão, a especialista reforça que esses medicamentos não devem ser associados a soluções estéticas rápidas. “A obesidade é uma doença crônica, inflamatória e multifatorial, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde”, diz. “Ela envolve fatores genéticos, hormonais, metabólicos, emocionais e ambientais. Não é uma questão de falta de força de vontade.”

Abordagem integrada e acompanhamento

Um tratamento para obesidade ou sobrepeso deve levar em conta a complexidade da doença. Estudo publicado no Journal of Medical Internet Research (JMIR), realizado pela Voy Saúde em colaboração com o Imperial College London, identificou que pacientes engajados em um tratamento multidisciplinar, que integra uso de medicamentos prescritos, monitoramento clínico e suporte personalizado e contínuo, são 3 vezes mais propensos a perder peso.

Para a endocrinologista Karine Antunes, os agonistas de GLP-1 devem ser entendidos como parte de um plano terapêutico mais amplo. “Quando bem indicados e acompanhados, eles ajudam a restaurar o equilíbrio metabólico, melhorar a qualidade de vida e reduzir o risco de doenças associadas ao excesso de peso”, afirma.

Voy Saúde: tratamento multidisciplinar integra uso de medicamentos prescritos, monitoramento clínico e suporte personalizado e contínuo (VOY SAÚDE/Divulgação)

O acompanhamento profissional também é essencial para garantir que o tratamento seja seguro. Essa abordagem integrada está no centro da estratégia da Voy, plataforma de gestão de saúde fundada no Reino Unido em 2018. A empresa oferece um serviço 100% online que reúne acesso a avaliação médica independente, acompanhamento nutricional e suporte farmacêutico contínuo, do diagnóstico à compra do medicamento em farmácias.

A farmacêutica PhD Lenyta Gomes, da Voy, alerta para os riscos da automedicação. “O uso sem supervisão pode levar a efeitos adversos graves, doses inadequadas e interações perigosas com outros medicamentos”, explica. “Sintomas como náuseas intensas, vômitos, tonturas e alterações gastrointestinais precisam ser monitorados e manejados corretamente.”

Ela ressalta que o ajuste gradual de dose é um ponto crítico. “Iniciar com doses altas aumenta a gravidade dos efeitos colaterais. Por outro lado, permanecer em doses muito baixas compromete a eficácia do tratamento”, afirma. “Essas decisões precisam ser individualizadas e acompanhadas por profissionais.”

No modelo adotado pela Voy, o farmacêutico atua de forma integrada à equipe médica. “Nós avaliamos interações medicamentosas, orientamos o uso correto, monitoramos efeitos colaterais e acompanhamos a evolução do paciente”, diz Lenyta. “Isso garante mais segurança e reduz o risco de abandono precoce do tratamento.”

Além do cuidado médico e farmacêutico, a alimentação é um pilar central do tratamento.

O estudo publicado no JMIR mostra o impacto de uma abordagem integrada: 53% dos pacientes acompanhados pela Voy tiveram mais perda de peso em 4 meses quando comparados com pessoas que utilizaram apenas os medicamentos.

Nutricionista PhD e líder da equipe de nutricionistas credenciados da Voy, Renata Araújo, observa que ainda existem muitos mitos sobre o papel da nutrição durante o uso de agonistas de GLP-1. “Um erro comum é acreditar que o medicamento resolve tudo e que não é preciso se preocupar com alimentação”, afirma.

Araújo destaca que estudos indicam que entre 15% e 40% da perda de peso com terapias GLP-1 pode ser de massa magra. “Por isso, trabalhamos com dietas personalizadas, adequadas em proteínas e alinhadas à prática de treinamento de força, para preservar a massa muscular e garantir saúde metabólica”, afirma.

Segundo a nutricionista, o acompanhamento também ajuda a lidar com mudanças nas preferências alimentares e possíveis efeitos gastrointestinais. “Uma alimentação densa em nutrientes, minimamente processada e bem planejada melhora a tolerabilidade do medicamento e potencializa os resultados”, diz.

Essa visão integrada está no centro do modelo da Voy. A plataforma oferece um programa 100% online e baseado em evidências, que reúne os pilares para o tratamento da obesidade: avaliação médica, plano nutricional personalizado, acompanhamento farmacêutico e suporte contínuo ao longo de toda a jornada.

Na prática, o paciente passa por uma análise individual, na qual o médico avalia a necessidade do tratamento caso a caso. Se for prescrito uso de medicamento, a Voy passa a fazer a gestão da jornada: compra o remédio original em farmácias credenciadas e garante a entrega na casa da pessoa.

Além disso, o paciente ainda conta com o acompanhamento nutricional e suporte do time farmacêutico todos os dias, para manejo de efeitos colaterais e outras dúvidas. Ajustes de dose são prescritos pelos médicos credenciados ao longo do tratamento.

Para os especialistas, o avanço dos medicamentos para emagrecer representa uma mudança relevante no tratamento da obesidade, mas exige responsabilidade. “Não existe solução simples para uma doença complexa”, resume Karine Antunes. “O que existe é tratamento baseado em ciência, acompanhamento contínuo e uma abordagem que olha para o paciente como um todo.”

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