Mundo

UE diz que referendo da Crimeia é ilegal

Bloco divulga comunicado afirmando que referendo sobre a anexação da Crimeia à Rússia é ilegal e não terá seu resultado reconhecido pela União Europeia


	Bandeira da União Europeia: Os líderes europeus condenaram a violação da soberania da Ucrânia e pediram que a Rússia retire suas tropas do país
 (Georges Gobet/AFP)

Bandeira da União Europeia: Os líderes europeus condenaram a violação da soberania da Ucrânia e pediram que a Rússia retire suas tropas do país (Georges Gobet/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de março de 2014 às 08h50.

São Paulo - O presidente da Comissão Europeia - braço executivo da União Europeia - José Manuel Durão Barroso, e o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, divulgaram neste domingo um comunicado no qual afirmam que o referendo sobre a anexação da Crimeia à Rússia é ilegal e não terá seu resultado reconhecido pelo bloco.

Os líderes europeus condenaram a violação da soberania da Ucrânia e pediram que a Rússia retire suas tropas do país. Segundo eles, os ministros de Relações Exteriores dos 28 países da UE vão se reunir nesta segunda-feira em Bruxelas para decidir sobre "medidas adicionais" contra a Rússia.

"A resolução para a crise na Ucrânia precisa ser baseada na sua integridade territorial, soberania e independência, dentro da estrutura da constituição ucraniana e cumprimento rígido das regras internacionais", dizem Barroso e Rompuy no comunicado. Segundo ele, somente por meio da diplomacia, que incluiria conversas diretas entre a Rússia e a Ucrânia, será possível encontrar uma solução.

"A União Europeia tem uma responsabilidade especial pela paz, estabilidade e prosperidade no continente europeu e vai continuar perseguindo esses objetivos, usando todos os canais disponíveis", acrescenta o texto.

Acompanhe tudo sobre:ÁsiaEuropaUnião EuropeiaRússiaUcrânia

Mais de Mundo

Trump acusa Espanha de não cooperar em guerra no Irã e reforça ameaça: 'Talvez cortemos o comércio'

No 12º dia da guerra, Irã alerta o mundo para se preparar para petróleo a US$ 200 o barril

'Fundos Abutres': Argentina firma acordo com credores após 25 anos de litígios

Entre Brasil e China, empresária conecta empresas brasileiras a fornecedores chineses