Mundo

UE aprova missão para reforma de segurança na Ucrânia

Ministros das Relações Exteriores da União Europeia aprovaram a criação de grupo de assessoria na reforma do setor de segurança na Ucrânia


	Bandeiras da União Europeia: missão deverá durar dois anos
 (Georges Gobet/AFP)

Bandeiras da União Europeia: missão deverá durar dois anos (Georges Gobet/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 22 de julho de 2014 às 09h24.

Priorizar nos meus resultados Google

Bruxelas - Os ministros das Relações Exteriores da União Europeia (UE) aprovaram nesta terça-feira o estabelecimento de uma missão de assessoria na reforma do setor da segurança civil da Ucrânia.

Esta missão, que será desenvolvida sob a Política de Defesa e Segurança Comum da EU, terá uma duração de dois anos, será estabelecida a pedido das autoridades ucranianas para receber conselhos sobre a reforma da segurança.

"A UE vai enviar esta missão para acompanhar a Ucrânia nessa reforma, que inclui a polícia e o Estado de direito", disse a chefe da diplomacia comunitária, Catherine Ashton, em comunicado.

Segundo explicou, proporcionará "assessoria estratégica para o desenvolvimento de serviços de segurança eficazes, sustentáveis e responsáveis, que contribuam para reforçar o Estado de direito na Ucrânia, a favor de todos os cidadãos ucranianos em todo o país".

Esta operação será civil e desarmada, detalhou o Conselho da UE, e se centrará primeiro em apoiar a elaboração de estratégias de segurança e a rápida implementação de reformas "em coordenação e coerência" com outras atividades que a própria UE, a Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE) e outros organismos internacionais realizam.

O quartel-general da missão europeia na Ucrânia estará em Kiev, mas terá representações regionais para apoiar as tarefas de assessoria que "começarão o mais rápido possível", indicou o Conselho.

O orçamento inicial será de 2,68 milhões de euros para a fase de decolagem da missão, até o próximo 30 de novembro, quando será desenvolvido o planejamento operacional e outros preparativos.

O Conselho afirmou que o início formal das operações da missão vai acontecer assim que for alcançada sua capacidade operacional, momento no qual começará o mandato de dois anos.

Acompanhe tudo sobre:EuropaUnião EuropeiaCrise políticaUcrânia

Mais de Mundo

Itália autoriza prisão de adolescentes de 14 anos em protestos após violência nas ruas

Itamaraty critica falas de Milei sobre suposta fraude no 2º turno das eleições

Sucessão na ONU: na estreia das cédulas do veto, os três favoritos são barrados

Protestos na França impulsionam campanha de Marine Le Pen à presidência