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Trump: Reaproximação é positiva, mas pressão contra Pyongyang continuará

Ainda na seara geopolítica, presidente norte-americano afirmou que o governo do Irã não deve "sequer chegar perto" de armas nucleares

Donald Trump: presidente ressaltou a "generosidade" do presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, em participar do encontro (Kevin Lamarque/Reuters)

Donald Trump: presidente ressaltou a "generosidade" do presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, em participar do encontro (Kevin Lamarque/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 27 de abril de 2018 às 18h38.

São Paulo - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou há pouco em coletiva de imprensa em Washington que apesar da reaproximação entre as Coreias do Sul e do Norte, selada em encontro bilateral nesta sexta-feira, é resultado da máxima pressão do governo americano contra Pyongyang.

"E esta pressão vai continuar até vermos o que vai acontecer", disse Trump, ressaltando a "generosidade" do presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, em participar do encontro.

Ao lado de Trump, a primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel, que faz visita de Estado a Washington, elogiou as ações de Trump e disse que elas "abre novas possibilidades para a Coreia do Norte". "Mas temos de continuar vigilantes", afirmou.

Ainda na seara geopolítica, Trump afirmou que o governo do Irã não deve "sequer chegar perto" de armas nucleares, se esquivando de afirmar se o país vai continuar ou não no acordo acertado entre as potências mundiais com Teerã.

À tarde, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, havia afirmado que, a menos que ocorra "melhora substancial", Trump deve abandonar o acordo com Irã.

Merkel disse que o acordo nuclear com o Irã "não resolve todos os problemas". "Infelizmente, nada é perfeito", comentou.

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