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Tribunal Marítimo ordena que Rússia libere ativistas

O Tribunal Marítimo Internacional ordenou que a Rússia libere os ativistas do Greenpeace que permanecem presos sob a acusação de vandalismo


	Navio "Artic Sunrise", do Greenpeace: diretor do Greenpeace na Rússia disse que a tripulação deve ser liberada e tem o direito de deixar o país
 (Getty Images)

Navio "Artic Sunrise", do Greenpeace: diretor do Greenpeace na Rússia disse que a tripulação deve ser liberada e tem o direito de deixar o país (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 22 de novembro de 2013 às 12h51.

Hamburgo - O Tribunal Marítimo Internacional ordenou que a Rússia libere os ativistas do Greenpeace que permanecem presos sob a acusação de vandalismo durante um ato de protesto em uma plataforma da Gazprom, em setembro, assim como a embarcação do Artic Sunrise.

O diretor do Greenpeace na Rússia, Ivan Blokhov, disse que "a tripulação deve ser liberada e tem o direito de deixar o território" do país.

O Tribunal Marítimo Internacional de Hamburgo (Alemanha) deu início ao processo de arbitragem solicitado pela Holanda sobre a prisão de ativistas do Greenpeace, no começo de novembro.

Inicialmente, o grupo foi acusado de pirataria na Rússia, que pode render penas de até 15 anos, mas agora terão que responder por vandalismo, crime cuja sentença pode chegar a sete anos de cadeia. Parte do grupo, entre eles a brasileira Ana Paula Maciel, já foi libertada. 

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