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Saída de Luiz Sérgio pode ser anunciada amanhã

Segundo fontes, Luiz Sérgio já comunicou à presidente Dilma Rousseff a decisão de deixar o cargo

Arlindo Chinaglia e Cândido Vaccarezza são os mais cotados para substituir Luís Sérgio na pasta de Relações Institucionais (Divulgação)
DR

Da Redação

Publicado em 9 de junho de 2011 às 17h17.

São Paulo - Petistas mantêm a expectativa de uma definição ainda amanhã sobre a situação do ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio. Mas interlocutores da presidente informam que ela ainda não está convencida de que a bancada do PT na Câmara consiga fechar uma fórmula de consenso para resolver o esquema de articulação política do governo.

Segundo fontes, Luiz Sérgio já comunicou à presidente Dilma Rousseff a decisão de deixar o cargo. O ritmo de substituição, no entanto, será definido pela presidente. O ministro, que está no Rio de Janeiro, voltará para Brasília.

O PT está dividido na indicação. O grupo ligado ao presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e ao líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), querem o cargo para Arlindo Chinaglia (PT-SP) e tirar o comando da articulação política, até agora, nas mãos da ala ligada ao líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP).

Vaccarezza costurou apoio entre os outros partidos da base. Ele reúne o apoio do PMDB, do PSB, do PCdoB, do PDT, entre outros aliados. Na manhã de hoje, Vaccarezza esteve com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o líder peemedebista no Senado, Renan Calheiros (AL), obtendo o apoio também dos senadores do partido. O PMDB entende que Vaccarezza é um nome mais amplo e com trânsito fácil entre os aliados e que, dos petistas, é o que joga melhor com o PMDB.

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Segundo fontes, Luiz Sérgio já comunicou à presidente Dilma Rousseff a decisão de deixar o cargo. O ritmo de substituição, no entanto, será definido pela presidente. O ministro, que está no Rio de Janeiro, voltará para Brasília.

O PT está dividido na indicação. O grupo ligado ao presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e ao líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), querem o cargo para Arlindo Chinaglia (PT-SP) e tirar o comando da articulação política, até agora, nas mãos da ala ligada ao líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP).

Vaccarezza costurou apoio entre os outros partidos da base. Ele reúne o apoio do PMDB, do PSB, do PCdoB, do PDT, entre outros aliados. Na manhã de hoje, Vaccarezza esteve com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o líder peemedebista no Senado, Renan Calheiros (AL), obtendo o apoio também dos senadores do partido. O PMDB entende que Vaccarezza é um nome mais amplo e com trânsito fácil entre os aliados e que, dos petistas, é o que joga melhor com o PMDB.

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