Mundo

Reunião do Mercosul tentará resolver crise

O encontro será no nível de coordenadores e não de chanceleres, o que significa que qualquer proposta deverá ser levada aos ministérios das Relações Exteriores


	Mercosul: o bloco atravessa sua pior crise em anos diante da negativa de Brasil, Paraguai e Argentina em admitir a presidência temporária da Venezuela
 (Norberto Duarte/AFP)

Mercosul: o bloco atravessa sua pior crise em anos diante da negativa de Brasil, Paraguai e Argentina em admitir a presidência temporária da Venezuela (Norberto Duarte/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 23 de agosto de 2016 às 15h42.

Os coordenadores do Mercosul iniciaram nesta terça-feira, em uma reunião em Montevidéu, a anunciada reunião para tentar solucionar a crise gerada em torno da transferência da presidência pro tempore do bloco.

Delegados de Brasil, Argentina, Uruguai e o vice-chanceler Rigoberto Gauto, representando o Paraguai, entraram antes do meio-dia local na sede do bloco em Montevidéu.

O encontro, que sucede o realizado na primeira semana de agosto no mesmo local em Montevidéu, será no nível de coordenadores e não de chanceleres, o que significa que qualquer proposta deverá ser levada aos titulares dos ministérios das Relações Exteriores.

Na reunião do começo de agosto, participaram representantes de Uruguai, Argentina, Brasil e Paraguai, sem a presença da Venezuela. Segundo informações preliminares, Caracas também não participa desse encontro.

O Mercosul atravessa sua pior crise em anos diante da negativa de Brasil, Paraguai e Argentina em admitir a presidência temporária da Venezuela, devido à crise política que abala o país caribenho.

Acompanhe tudo sobre:América LatinaDados de BrasilMontevidéuMercosul

Mais de Mundo

Com 5.177 armas nucleares, EUA pode usar arsenal por míssil, avião e submarino

Paquistão pede aos EUA o adiamento em duas semanas do ultimato ao Irã para reabertura de Ormuz

Conselho de Segurança da ONU rejeita proposta sobre reabertura do Estreito de Ormuz

Após ameaça de Trump, EUA negam especulações sobre possível uso de armas nucleares contra o Irã