Mundo

Grupo cruza fronteira dos EUA ao Canadá para pedir refúgio

Canadá informou que 22 pessoas cruzaram a pé a fronteira com os Estados Unidos para solicitar refúgio

Canadá: várias pessoas que cruzaram a fronteira são da Somália, um dos sete países incluídos no veto de Trump à imigração (Chris Jackson/Getty Images)

Canadá: várias pessoas que cruzaram a fronteira são da Somália, um dos sete países incluídos no veto de Trump à imigração (Chris Jackson/Getty Images)

E

EFE

Publicado em 8 de fevereiro de 2017 às 13h15.

Última atualização em 8 de fevereiro de 2017 às 13h35.

Priorizar nos meus resultados Google

Toronto (Canadá) - As autoridades canadenses informaram nesta terça-feira que 22 pessoas, entre elas vários somalis, cruzaram a pé a fronteira dos Estados Unidos em direção ao Canadá para solicitar refúgio neste país.

A Polícia Montada afirmou que as 22 pessoas, entre elas uma família com crianças, chegaram ao Canadá através da cidade de Emerson, na província canadense de Manitoba, cerca de 130 quilômetros ao norte da cidade americana de Grand Forks, na Dakota do Norte.

Vários dos indivíduos que cruzaram a fronteira no fim de semana são da Somália, um dos sete países incluídos no veto a imigrantes e refugiados do presidente americano, Donald Trump.

As autoridades canadenses explicaram que 19 pessoas cruzaram a fronteira na noite de sábado e outras três na noite de domingo quando as temperaturas na região eram de 20 graus centígrados abaixo de zero.

Nenhum dos 22 indivíduos entrou no Canadá através da passagem fronteiriça situada em Emerson.

Grupos que trabalham com imigrantes em Manitoba assinalaram que nas últimas semanas dezenas de pessoas procedentes dos Estados Unidos cruzaram a fronteira para pedir asilo no Canadá.

Acompanhe tudo sobre:Estados Unidos (EUA)CanadáRefugiados

Mais de Mundo

Nepal busca 900 trabalhadores desaparecidos após avalanche

Maduro alega imunidade de chefe de Estado nos EUA: entenda o que isso muda

Polícia da Coreia do Sul pede indiciamento do criador do BTS por suposta fraude

US$ 40 trilhões: por que a maior dívida dos EUA não virou tema político