Quarentena na Disney: como é ficar isolado no lugar mais mágico do planeta

Turistas que testam positivo para Covid-19 cumprem isolamento em resorts da empresa ou nos arredores - mas não podem frequentar os parques temáticos

(Bloomberg) -- A Walt Disney está acostumada a lidar com grandes multidões em lugares apertados. Na Flórida, a gigante de parques temáticos também descobriu como lidar com turistas que dão positivo em testes de Covid-19: colocando alguns em quarentena no Fort Wilderness Resort da empresa.

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Esses casos são extremamente raros, disse a Disney. Mas os turistas que têm a infelicidade de testar positivo para o coronavírus durante as férias no Walt Disney World podem ser transferidos para o local de 300 hectares, onde ficam isolados de outros visitantes.

A propriedade, com estilo de um acampamento de fronteira, inclui cabines independentes que não compartilham sistemas de ventilação. Os hóspedes podem estacionar os carros em frente de suas acomodações.

Turistas infectados com coronavírus também podem ser colocados em quarentena em outros hotéis vazios que não foram reabertos ao público em geral. Eles - e todos acompanhantes - ficam proibidos de entrar nos parques temáticos.

Embora muitos estados não recomendem viagens durante o atual pico de inverno de casos de Covid-19 - e aviões têm sido o foco de recentes incidentes envolvendo passageiros doentes - há pouco debate sobre o dilema que hotéis enfrentam quando os testes de hóspedes dão positivo.

Algumas pessoas podem dirigir para casa e ficar de quarentena em suas residências. Outros ficam presos no limbo, com viagens aéreas fora de questão.

Gerentes de hotéis são encorajados a isolar hóspedes infectados da melhor maneira possível, de acordo com Pete Hillan, porta-voz da California Hotel & Lodging Association. Serviços como limpeza podem ser limitados até que os hospédes deixem os quartos. Os operadores de hotéis também são incentivados a relatar casos às autoridades locais.

“O condado pode decidir onde devem ficar”, disse Hillan.

Algumas cidades e condados chegaram ao ponto de comprar hotéis ou contratar quartos para que as pessoas com o vírus possam ficar isoladas. Los Angeles, por exemplo, tem cerca de 470 pessoas infectadas ou em risco em sete localidades em todo o condado.

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