Mundo

Políticos russos pedem à Fifa que expulse EUA da Copa

Petição à entidade foi feita por Aleksandr Sidyakin e Mikhail Markelov, parlamentares da Duma, a câmara baixa do Parlamento russo


	Soldados nos EUA: políticos citam ações agressivas do país contra Iugoslávia, Iraque e Líbia, assim como tentativas de se imporem na Síria
 (Luke Sharrett/Getty Images/Getty Images)

Soldados nos EUA: políticos citam ações agressivas do país contra Iugoslávia, Iraque e Líbia, assim como tentativas de se imporem na Síria (Luke Sharrett/Getty Images/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de março de 2014 às 16h29.

Priorizar nos meus resultados Google

Moscou - Dois políticos russos pediram à Fifa para excluir os Estados Unidos da Copa do Mundo deste ano e do quadro de membros da federação internacional.

A petição à entidade foi feita por Aleksandr Sidyakin e Mikhail Markelov, parlamentares da Duma, a câmara baixa do Parlamento russo.

Os políticos citam ações agressivas dos EUA contra Iugoslávia, Iraque e Líbia, assim como tentativas de se imporem na Síria, como razões para pedir a expulsão.

Sidyakin disse que o pedido por escrito foi uma reação a uma carta enviada por Mark Kirk e Dan Coates, senadores republicanos dos EUA, pedindo que a Fifa excluísse a Rússia do Mundial de 2014, que acontecerá no Brasil entre 12 de junho e 13 de julho.

"É olho por olho, bola por bola. Não deixem os EUA participarem da Copa do Mundo de 2014! Retirem-os do quadro de membros!", declarou Sidyakin no Twitter.

Sidyakin representa o partido Rússia Unida, o maior do país, e é próximo do presidente Vladimir Putin, que já foi líder da legenda. Markelov é membro do partido Rússia Justa, embora nenhum seja visto como político proeminente no país.

Contactado pela Reuters, um porta-voz da Fifa disse que a organização não tem comentários a fazer sobre o assunto.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosÁsiaEstados Unidos (EUA)EuropaEsportesFutebolRússiaFifaCopa do Mundo

Mais de Mundo

Guerra nas Estrelas? EUA confirmam ter armamento no espaço

O que a escalada dos houthis no Iêmen pode significar para o Irã

A Europa à direita: como as eleições de 2027 podem mudar a União Europeia

BRICS terá presidência chinesa em 2027 com propostas para IA e indústria