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Pesquisadora chinesa é presa nos EUA acusada de ligações com exército

Quatro cidadãos chineses foram acusados de espionagem pelo Departamento de Justiça (DoJ) dos Estados Unidos na quinta-feira

Bandeiras da China e dos Estados Unidos: tensões crescentes entre os dois países deixam mundo em alerta (Aly Song/Reuters)

Bandeiras da China e dos Estados Unidos: tensões crescentes entre os dois países deixam mundo em alerta (Aly Song/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 25 de julho de 2020 às 09h50.

Uma pesquisadora chinesa foi presa por autoridades americanas na sexta-feira, 25, acusada de esconder sua ligação com as forças armadas da China em seu pedido de visto de trabalho. Juan Tang, 37, está detida na Califórnia e será indiciada por fraude na próxima segunda-feira, em mais um capítulo das tensões geopolíticas entre os governos de Washington e Pequim.

Juan foi um de quatro cidadãos chineses acusados de espionagem pelo Departamento de Justiça (DoJ) dos Estados Unidos na última quinta-feira, 23, ao esconderem suas ligações com o exército chinês. De acordo com a pasta, a pesquisadora omitiu sua ligação com as forças armadas ao pedir o visto, em outubro do ano passado, para trabalhar em uma universidade americana, e em depoimento ao FBI, meses depois.

Os agentes federais revisaram fotos de Juan em publicações chinesas, vestindo uniforme militar, para confirmar a acusação. O DoJ acredita que Juan estava planejando pedir proteção ao consulado da China em São Francisco com a deterioração na relação das relações diplomáticas entre os dois países.

 

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