Mundo

Paulistanos não querem votar em "poste", diz secretário

Pré-candidato pelo PSDB à prefeitura, Bruno Covas também diminuiu a importância do apoio de Lula a Fernando Haddad

Bruno Covas quer concorrer a prefeitura de São Paulo (Divulgação)

Bruno Covas quer concorrer a prefeitura de São Paulo (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 5 de dezembro de 2011 às 14h22.

São Paulo - O secretário estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas, pré-candidato do PSDB a prefeito de São Paulo, afirmou hoje que a população paulistana não quer mais votar em "poste".

A declaração, feita durante sabatina promovida pelo site UOL e pelo jornal Folha de S.Paulo com os pré-candidatos do PSDB, foi interpretada por tucanos que acompanharam o evento como uma crítica ao apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à candidatura do ministro da Educação, Fernando Haddad, a prefeito de São Paulo pelo PT.

O pré-candidato tucano disse ainda que o apoio de um padrinho político tem sempre um peso "relativo" no processo eleitoral. "A população não está querendo mais votar em poste, não quer votar em nome indicado por esse ou aquele", afirmou. "A figura do candidato é mais importante do que o apoio dado a ele."

Covas voltou a dizer que foi "totalmente esclarecido" o episódio em que afirmou, em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, que teria recebido uma oferta de propina de um prefeito em troca de emendas parlamentares. Ele negou que a declaração possa atrapalhá-lo em uma eventual disputa municipal.

Além de Covas, a sabatina contou ainda com a participação dos secretários estaduais José Aníbal (Energia) e Andrea Matarazzo (Cultura) e do deputado federal Ricardo Trípoli.

Acompanhe tudo sobre:Partidos políticosPolíticaEleiçõesOposição políticaPSDB

Mais de Mundo

Trump pode ter 3º mandato em 2028? Entenda o que diz a Constituição dos EUA

Presidente da Colômbia pede suspensão de tarifas dos EUA após terremoto

Ataques de drones pressionam Rússia enquanto Putin rejeita cessar-fogo

Israel acusa Hezbollah de romper cessar-fogo após ataque que deixou três soldados feridos