Mundo

Papa lamenta "violência desumana" no Afeganistão

Papa fez uma referência aos últimos atentados ocorridos no país, como o de ontem, na capital afegã

O pontífice citou a "dolorosa notícia" do atentado em Cabul durante a habitual oração dominical (Stefano Rellandini/Reuters)

O pontífice citou a "dolorosa notícia" do atentado em Cabul durante a habitual oração dominical (Stefano Rellandini/Reuters)

E

EFE

Publicado em 28 de janeiro de 2018 às 11h27.

Priorizar nos meus resultados Google

Cidade do Vaticano - O papa Francisco lamentou neste domingo a "violência desumana" registrada no Afeganistão, uma referência aos últimos atentados ocorridos no país, como o de ontem, que deixou 95 mortos no centro da capital afegã.

O pontífice citou a "dolorosa notícia do terrível atentado terrorista cometido em Cabul, com quase cem mortos e muitos feridos", durante a habitual oração dominical na Praça de São Pedro.

"Há poucos dias, outro grave atentado, também em Cabul, tinha semeado o terror e a morte em um grande hotel. Até quando o povo afegão terá que suportar essa violência desumana?", questionou.

"Rezemos em silêncio por todas as vítimas e por suas famílias. E por aqueles que, naquele país, seguem trabalhando para construir a paz", pediu o papa aos milhares de fiéis no Vaticano.

Ontem, um suicida explodiu uma "ambulância-bomba" em frente à antiga sede do Ministério do Interior do Afeganistão, no centro de Cabul, uma região bastante movimentada da cidade.

De acordo com o último balanço divulgado pelo governo do país, 95 pessoas morreram e 191 ficaram feridas no ataque.

Uma semana antes, terroristas invadiram o Hotel Intercontinental de Cabul e mataram 20 pessoas, 14 delas estrangeiras.

Acompanhe tudo sobre:Ataques terroristasPapa Francisco

Mais de Mundo

Brics na Índia: por que o dólar está no centro da disputa entre os países do bloco

China tem as maiores reservas do mundo de 14 minerais estratégicos

Duas décadas depois do 11 de Setembro, EUA seguem vulneráveis ao terrorismo

Líbano e Arábia Saudita entram no radar da guerra no Irã; entenda