Operações do exército sírio matam 64 rebeldes em Idlib

Uma fonte militar explicou que as batidas foram lançadas contra esconderijos e posições dos combatentes da brigada "Exército da Conquista"

Cairo - Pelo menos 64 rebeldes islamitas morreram nas últimas horas em operações das forças leais ao regime sírio na província de Idlib, informou a agência oficial de notícias síria, "Sana", nesta terça-feira.

Uma fonte militar citada pela agência explicou que as batidas foram lançadas contra esconderijos e posições dos combatentes da brigada "Exército da Conquista", nos arredores da aldeia de Al Fawaa, de maioria chiì.

A aviação de combate síria bombardeou intensamente as cidades de Al Saudia, Bensh, Kelely e Zerdena, no nordeste de Idlib.

Os ataques aéreos destruíram vários veículos militares e morteiros que "os terroristas da Frente al Nusra - a filial da Al Qaeda na Síria - e o movimento islâmico 'Os Livres de Sham' usavam para atacar Al Fawaa e Kefraya", esta última também de maioria xiita.

O Observatório Sírio de Direitos Humanos informou hoje em comunicado que pelo menos nove membros do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) morreram e outros nove ficaram feridos em ataques aéreos lançados aparentemente pela coalizão internacional nas últimas horas.

Os bombardeios, que mataram um líder jihadista de nacionalidade síria, foram lançados contra um comboio na periferia de Al Raqqa, capital da província oriental homônima, e principal reduto do EI na Síria. Segundo a ONG, o comboio jihadista se preparava para ir à província de Aleppo.

Sábado as forças do regime sírio retomaram os bombardeios contra a região de Al Zabadani, na periferia de Damasco, após o fracasso das negociações com os rebeldes islamitas para resolver os pontos pendentes sobre essa área, Al Fawaa e Kefraya.

No último dia 27 o regime e os rebeldes tinham pactuado um cessar-fogo, que expirou no domingo, às 6 (0h em Brasília), com a intenção de chegar a um acordo para pôr fim às hostilidades.

O diálogo girava em torno de uma retirada segura dos insurgentes das localidades de Al Zabadani e Madaya em troca da libertação de ao redor de mil civis de Al Fawaa e Kefraya, assediadas pelo Frente al Nusra.

Além disso, as negociações também incluíam o envio de ajuda alimentar e médica a Ao Zabadani, Madaya, Kefraya e Al Fawaa, além da evacuação dos feridos.

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