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O fim do califado do EI 'está próximo', diz Trump

Presidente dos EUA destacou a retomada da cidade síria de Raqa como uma vitória que deixou o EI mais fraco

Donald Trump, presidente dos EUA: "Ninguém, nenhum ditador, nenhum regime deveria subestimar a determinação dos Estados Unidos" (Drew Angerer/Getty Images)

Donald Trump, presidente dos EUA: "Ninguém, nenhum ditador, nenhum regime deveria subestimar a determinação dos Estados Unidos" (Drew Angerer/Getty Images)

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AFP

Publicado em 21 de outubro de 2017 às 18h44.

Após a retomada da cidade síria de Raqa, "o fim do califado do (grupo extremista) Estado Islâmico está próximo", declarou neste sábado (21) em comunicado o presidente americano, Donald Trump.

Essa vitória da aliança dominada pelos curdos, aliados de Washington, anuncia uma "nova fase" para a Síria, acrescentou o presidente.

"Com a libertação da capital do Estado Islâmico e a grande maioria do seu território, o fim do califado do Estado Islâmico está próximo", escreveu Trump.

"Vamos transitar rapidamente para uma nova fase na qual apoiaremos as forças locais de segurança, faremos a violência diminuir na Síria e criaremos as condições para uma paz duradoura, para que os terroristas não voltem a ameaçar a nossa segurança coletiva", disse Trump.

A conquista de Raqa, a antiga "capital" do EI no território sírio, é a última vitória das Forças Democráticas Sírias (FDS), uma aliança anti-extremista dominada pelos curdos, que conta com o apoio aéreo americano.

Desde 2015, as FDS expulsaram o EI de várias regiões, impondo-se como uma força ineludível na luta contra a organização extremista.

Porém, se os americanos se retirarem agora que o califado do EI foi derrubado, essas forças podem se aproximar do regime de Bashar Al Assad e, consequentemente, da Rússia, em um país dividido pela guerra.

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