Mundo

Lugo confirma que será candidato ao Senado paraguaio

A iniciativa foi confirmada hoje (2) durante reunião de Lugo, em Quito, com o presidente do Equador, Rafael Correa


	O ex-presidente paraguaio Fernando Lugo: Lugo foi destituído do poder em 22 de junho
 (©AFP / Norberto Duarte)

O ex-presidente paraguaio Fernando Lugo: Lugo foi destituído do poder em 22 de junho (©AFP / Norberto Duarte)

DR

Da Redação

Publicado em 2 de janeiro de 2013 às 11h43.

Brasília – O ex-presidente do Paraguai, Fernando Lugo, que deixou o governo após sofrer um impeachment, encabeça a lista dos candidatos ao Senado pela Frente de Esquerda do país, denominada Frente Guasu. A iniciativa foi confirmada hoje (2) durante reunião de Lugo, em Quito, com o presidente do Equador, Rafael Correa. Eles também conversaram sobre o estado de saúde do presidente venezuelano, Hugo Chávez.

Na reunião, Lugo lembrou que há dois anos conseguiu eliminar a ameaça do câncer, depois de um longo tratamento. O ex-presidente paraguaio se submeteu a um tratamento no Brasil e no Paraguai. Ele teve o diagnóstico de um linfoma.

O político paraguaio destacou que em 21 de abril haverá eleições presidenciais e parlamentares no seu país. Pela Frente Guasu deve ser candidato à Presidência da República Aníbal Carrillo, com Luis Aguayo indicado como vice-presidente.

Lugo foi destituído do poder em 22 de junho. Para os líderes políticos sul-americanos, o processo de destituição do poder ocorreu em meio ao rompimento da ordem da democrática. Em decorrência das irregularidades, o Paraguai foi suspenso do Mercosul e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul).

*Com informações da agência pública de notícias do Equador, Andes // Edição: Juliana Andrade

Acompanhe tudo sobre:PolíticosImpeachmentAmérica LatinaParaguaiFernando Lugo

Mais de Mundo

Secretário de Trump diz que Brasil 'não é um país amigável' aos EUA e faz comparação com Cuba

'Jovem inteligente que ama seu país', diz Trump sobre encontro com Flávio Bolsonaro

ONU elege diplomata de Bangladesh para presidir Assembleia Geral

EUA têm outra investigação sobre o Brasil que poderá resultar em mais tarifas