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Leilão de energia A-5 termina com média de R$ 91,25/MWh

O certame movimentou R$ 6,038 bilhões com deságio de 18,52%

Energia eólica: preço médio comercializado foi o mais baixo na história dos leilões organizados pelo governo (Getty Images)
DR

Da Redação

Publicado em 14 de dezembro de 2012 às 16h02.

São Paulo - O leilão de energia nova que contratou a demanda do mercado cativo em 2017 (A-5), o primeiro grande teste do setor elétrico após a assinatura dos novos contratos de concessão, foi encerrado. O volume de energia contratado na licitação foi de 66,18 milhões MWh, movimentando R$ 6,038 bilhões. O preço médio final foi de R$ 91,25/MWh, deságio de 18,52%. Foram contratadas as ofertas de 12 usinas, totalizando 574,3 MW de capacidade instalada.

Segundo as informações disponibilizadas pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o preço mais alto de venda foi de R$ 95,31/MWh, da usina Cachoeira Caldeirão, cuja concessão foi arrematada pela EDP. Já o valor mais baixo do certame foi de R$ 82/MWh da expansão da hidrelétrica Santo Antonio do Jari, pertencente também à EDP. Foram contratadas a oferta de 10 usinas eólicas, totalizando 281,9 MW de capacidade instalada, e duas usinas hidrelétricas, somando 292,4 MW. A energia assegurada dos 12 projetos é de 303,5 MW médios.

Destaque nesse leilão foi o desempenho das usinas eólicas, cujo preço de venda da energia variou entre R$ 87,77/MWh (sete usinas da Bioenergy no Maranhão) e R$ 89,20/MWh da empresa EGP - Serra Azul. O preço médio para a fonte eólica foi de R$ 87,94/MWh, o preço mais baixo nas histórias dos leilões de energia já organizados pelo governo para esta fonte. O recorde anterior era de R$ 99,54/MWh do leilão de energia de reserva de 2009. O preço médio de venda da fonte hidrelétrica foi de R$ 87,94/MWh. O preço-teto do certame era R$ 112/MWh.

No lado dos compradores, a Copel Distribuição foi a que contratou o maior de volume de energia, 8,776 milhões de MWh. A segunda maior compradora foi a Celg, com 7,899 milhões de MWh, seguida pela RGE, comercializando 6,591 milhões de MWh. Os contratos de eólica terão duração de 20 anos, começando em janeiro de 2017, enquanto que os contratos das hidrelétricas terão duração de 30 anos, também começando em janeiro de 2017.

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São Paulo - O leilão de energia nova que contratou a demanda do mercado cativo em 2017 (A-5), o primeiro grande teste do setor elétrico após a assinatura dos novos contratos de concessão, foi encerrado. O volume de energia contratado na licitação foi de 66,18 milhões MWh, movimentando R$ 6,038 bilhões. O preço médio final foi de R$ 91,25/MWh, deságio de 18,52%. Foram contratadas as ofertas de 12 usinas, totalizando 574,3 MW de capacidade instalada.

Segundo as informações disponibilizadas pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o preço mais alto de venda foi de R$ 95,31/MWh, da usina Cachoeira Caldeirão, cuja concessão foi arrematada pela EDP. Já o valor mais baixo do certame foi de R$ 82/MWh da expansão da hidrelétrica Santo Antonio do Jari, pertencente também à EDP. Foram contratadas a oferta de 10 usinas eólicas, totalizando 281,9 MW de capacidade instalada, e duas usinas hidrelétricas, somando 292,4 MW. A energia assegurada dos 12 projetos é de 303,5 MW médios.

Destaque nesse leilão foi o desempenho das usinas eólicas, cujo preço de venda da energia variou entre R$ 87,77/MWh (sete usinas da Bioenergy no Maranhão) e R$ 89,20/MWh da empresa EGP - Serra Azul. O preço médio para a fonte eólica foi de R$ 87,94/MWh, o preço mais baixo nas histórias dos leilões de energia já organizados pelo governo para esta fonte. O recorde anterior era de R$ 99,54/MWh do leilão de energia de reserva de 2009. O preço médio de venda da fonte hidrelétrica foi de R$ 87,94/MWh. O preço-teto do certame era R$ 112/MWh.

No lado dos compradores, a Copel Distribuição foi a que contratou o maior de volume de energia, 8,776 milhões de MWh. A segunda maior compradora foi a Celg, com 7,899 milhões de MWh, seguida pela RGE, comercializando 6,591 milhões de MWh. Os contratos de eólica terão duração de 20 anos, começando em janeiro de 2017, enquanto que os contratos das hidrelétricas terão duração de 30 anos, também começando em janeiro de 2017.

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