Mundo

Johnny Depp gera polêmica por referência a assassinato de Trump

"Quando foi a última vez que um ator assassinou um presidente?", disse Depp, reconhecendo que seus comentários poderiam causar polêmica

Johnny Depp: ele não é o primeiro ator americano que faz referência ao possível assassinato de Trump (Ken Ishii/Getty Images)

Johnny Depp: ele não é o primeiro ator americano que faz referência ao possível assassinato de Trump (Ken Ishii/Getty Images)

E

EFE

Publicado em 23 de junho de 2017 às 09h08.

Priorizar nos meus resultados Google

Londres - O ator Johnny Depp criou polêmica com comentários feitos na noite de quinta-feira no festival de música de Glastonbury, no leste da Inglaterra, ao perguntar sobre a última vez que um ator assassinou um presidente dos EUA.

Segundo informaram os meios britânicos, Depp perguntou aos presentes ao apresentar o filme "The Libertine": "Podem trazer Trump aqui?", o que provocou os gritos dos presentes nesta reunião anual em Somerset (oeste inglês).

"Quando foi a última vez que um ator assassinou um presidente?", disse Depp, reconhecendo que seus comentários poderiam causar polêmica.

"Certamente, isto vai aparecer na imprensa e será horrível. Trata-se apenas de uma pergunta, não estou insinuando nada", acrescentou.

Segundo os meios, os comentários de Depp podem fazer referência ao assassinato do presidente americano Abraham Lincoln em 1865 pelo ator John Wilkes Booth.

Depp não é o primeiro ator americano que faz referência ao possível assassinato do presidente, já que a cantora Madonna disse em Washington que pensava muito sobre explodir a Casa Branca e o rapper Snoop Dogg disparou com uma pistola de brinquedo contra um personagem de Trump em um videoclipe.

Acompanhe tudo sobre:Estados Unidos (EUA)Atores e atrizesDonald TrumpJohnny Depp

Mais de Mundo

Do homem mais rico da Ásia à prisão perpétua: quem é o fundador da Evergrande

Fundador da Evergrande é condenado à prisão perpétua com US$ 330 bi em dívidas

Por que soldados ainda são essenciais para os EUA na era dos drones e da IA

EUA lideram na IA, mas adoção pode virar o jogo na disputa com a China