Mundo

Hollande pede que Bozizé inicie diálogo em conflito

Hollande pediu "a abertura de um diálogo entre as autoridades centro-africanas e todas as partes, em particular a rebelião"


	O presidente centro-africano, François Bozizé: os rebeldes da Seleka exigem que Bozizé deixe o poder e disseram que irão tomar a cidade de Damara
 (©afp.com / John Thys)

O presidente centro-africano, François Bozizé: os rebeldes da Seleka exigem que Bozizé deixe o poder e disseram que irão tomar a cidade de Damara (©afp.com / John Thys)

DR

Da Redação

Publicado em 31 de dezembro de 2012 às 14h00.

Paris - O presidente francês, François Hollande, falou nesta segunda-feira por telefone com seu colega da República Centro-Africana, François Bozizé, a quem pediu a abertura de um diálogo com todas as partes "e em particular com os rebeldes".

Em comunicado emitido pelo Eliseu ao término da conversa, Hollande pediu "a abertura de um diálogo entre as autoridades centro-africanas e todas as partes, em particular a rebelião".

O Eliseu afirmou que o presidente francês, que já tinha falado com Bozizé sobre a "grave situação" que vive essa antiga colônia francesa, onde os rebeldes Seleka ocuparam boa parte do norte do país e ameaçam entrar na capital, Bangui, havia "convidado o presidente centro-africano a iniciar esse processo" o mais breve possível.

Hollande mostrou seu apoio "aos esforços de mediação" da União Africana e da Comunidade Econômica dos Estados do África Central para tentar conseguir "uma solução política".

Os rebeldes da Seleka exigem que Bozizé deixe o poder e disseram que irão tomar a cidade de Damara, último obstáculo antes da chegada a Bangui. 

Acompanhe tudo sobre:PolíticosPolítica no BrasilProtestosÁfricaFrançois Hollande

Mais de Mundo

Acordo com os EUA só será alcançado se a diplomacia for priorizada, diz ministro do Irã

Apresentadora de TV oferece US$ 1 milhão por informações sobre sua mãe, desaparecida há quase um mês

Cão sobrevive a queda de helicóptero que matou 15 no Peru

Presidente do México diz que jogos da Copa não serão suspensos após onda de violência