Terremoto de 6,2 graus atinge o Chile

O epicentro do terremoto se situou 37 quilômetros ao norte de Valparaíso, segundo o Centro Sismológico Nacional da Universidad de Chile

Santiago do Chile – Um forte terremoto de 6,2 graus de magnitude na escala Richter, registrado às 18h32 deste sábado (19h32 de Brasília), sacudiu a área central do Chile, sem que por enquanto haja informação sobre vítimas ou danos causados.

O tremor, que durou 40 segundos, teve uma intensidade de entre 5 e 6 graus Mercalli na região metropolitana de Santiago, um dos pontos onde mais se sentiu o movimento, que também afetou às regiões de Coquimbo, Valparaíso, O’Higgins, Maule, Biobío e Araucanía, informou o Escritório Nacional de Emergência (Onemi).

Segundo informação preliminar do Centro Sismológico Nacional da Universidad de Chile, o epicentro se situou 37 quilômetros ao norte de Valparaíso e o hipocentro esteve a 41,7 quilômetros.

O Serviço Hidrográfico e Oceanográfico da Marinha indicou, por sua vez, que o movimento telúrico não reuniu condições para gerar um alerta de tsunami no litoral do país.

Nos minutos posteriores ao sismo foram registradas algumas réplicas, de menor intensidade.

Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) a magnitude do tremor foi de 6,6 graus na escala Richter; o epicentro se situou 18 quilômetros ao noroeste da Calera, e o hipocentro, a 32 quilômetros de profundidade.

Em Santiago, o sismo provocou a interrupção do jogo do Campeonato de Chileno entre Unión Española e Universidad de Concepción Forte e a queda de produtos nas estantes dos supermercados.

Os serviços de emergência informaram de cortes parciais na provisão elétrica na cidade de Temuco, capital da sulina região da Araucanía, enquanto que na região metropolitana de Santiago cerca de 100 mil pessoas estão afetadas pelas interrupções de energia.

Também nas regiões centrais de Maule e Valparaíso aconteceram cortes parciais no serviço elétrico, enquanto o Subsecretariado de Telecomunicações informou de congestão no trafico das comunicações telefônicas nas regiões afetadas. EFE

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