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Família real adota elefantes ameaçados de eutanásia

Os dois elefantes se encontram atualmente em Lyon e vão ser acolhidos numa propriedade da família real de Mônaco situada na França


	Os elefantes Bay e Nepal, no zoológico de Lyon: eles têm 40 anos
 (Jeff Pachoud/AFP)

Os elefantes Bay e Nepal, no zoológico de Lyon: eles têm 40 anos (Jeff Pachoud/AFP)

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Da Redação

3 de abril de 2013, 13h56

Lyon - A família real de Mônaco adotou dois elefantes de 40 anos de idade ameaçados de eutanásia na França, anunciou o prefeito da região francesa de Ródano.

Os elefantes Baby e Nepal se encontram atualmente em Lyon (leste da França) e vão ser acolhidos numa propriedade da família Grimaldi situada na França, perto de Mônaco, segundo o prefeito Jean-François Carencon, que elogiou a iniciativa da princesa Stephanie para salvar os paquidermes.

Os elefantes iam ser sacrificados porque supostamente eram vítimas de tuberculose, mas sua condição não foi confirmada, o que levou à suspensão provisória da eutanásia. As autoridades, no entanto, não quiseram devolvê-los a seu antigo dono, o circo Pinder, porque constaram que os animais não receberam o tratamento adequado.

O tribunal administrativo de Lyon está encarregado de estudar o caso para tomar uma decisão a respeito da legalidade do sacrifício dos elefantes que, enquanto isso, ficarão sob a proteção da família real.