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EUA usaram IA em operação que capturou Nicolás Maduro, diz jornal

Claude teria auxiliado militares dos EUA na análise de dados e planejamento da ação contra o líder venezuelano

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, ao ser levado por agentes para audiência em Nova York (XNY/Star Max/GC Images/Getty Images)

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, ao ser levado por agentes para audiência em Nova York (XNY/Star Max/GC Images/Getty Images)

Publicado em 14 de fevereiro de 2026 às 20h18.

Os Estados Unidos teriam utilizado inteligência artificial (IA) durante a operação militar que resultou na captura do líder venezuelano Nicolás Maduro no dia 2 de janeiro de 2026, segundo o The Wall Street Journal.

De acordo com o jornal, o Pentágono utilizou o modelo de IA Claude, ferramenta desenvolvida pela empresa Anthropic, para analisar dados em tempo real, resumir documentos e apoiar o planejamento estratégico da operação.

A tecnologia foi integrada aos sistemas militares por meio de uma parceria com a empresa Palantir, que fornece plataformas de análise de dados utilizadas pelo Departamento de Defesa dos EUA.

No entanto, o papel exato da inteligência artificial na captura de Maduro não foi detalhado publicamente.

A operação resultou na captura de Nicolás Maduro, em Caracas. Ele foi levado aos Estados Unidos, onde passou a responder a acusações relacionadas ao narcotráfico.

A ação contou com a participação de forças especiais norte-americanas e apoio de inteligência, incluindo informações obtidas por agências como a CIA.

Uso de IA em operações militares gerou controvérsia

O uso da inteligência artificial Claude em uma operação militar gerou preocupações dentro da própria empresa desenvolvedora, já que as regras da Anthropic proíbem o uso da tecnologia para violência, vigilância ou desenvolvimento de armas.

Nem o Pentágono nem a Casa Branca confirmaram oficialmente os detalhes sobre o uso da ferramenta na operação.

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