Mundo

EUA querem câmbio chinês na pauta do G-20

O iuane subvalorizado continua na mira das autoridades dos Estados Unidos

O iuane subvalorizado dá uma grande vantagem competitiva à indústria chinesa (Wikimedia Commons/EXAME.com)

O iuane subvalorizado dá uma grande vantagem competitiva à indústria chinesa (Wikimedia Commons/EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 28 de janeiro de 2011 às 10h08.

Davos - Passado o pior da crise, o G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) deverá discutir como assunto prioritário a reforma do câmbio chinês, se isso depender do governo americano. O iuane subvalorizado, uma das grandes vantagens competitivas da indústria chinesa, continua na mira das autoridades dos Estados Unidos e da maioria dos países envolvidos no comércio internacional.

Em linguagem mais complicada, o G-20 deverá trabalhar pela “simetria de obrigações entre países deficitários e superavitários”. A expressão é do secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner.

Se a ação for realmente simétrica, o país deficitário deverá melhorar suas contas públicas, frear a expansão do consumo e esforçar-se mais para exportar. Já o superavitário deverá estimular o consumo interno, investir em infraestrutura e depender menos da exportação para crescer.

Os chineses concordam com tudo e até vêm seguindo parte da cartilha, mas quase nada fazem para liberar o câmbio e deixar o yuan se valorizar. Geithner trouxe o tema do câmbio ao Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, onde se reúnem ministros das Finanças e do Comércio de várias das maiores economias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosÁsiaEstados Unidos (EUA)CâmbioMoedasChinaDavosIuane

Mais de Mundo

Irã anuncia que terá negociações com os EUA nesta sexta-feira em Omã

Trump diz que líder supremo do Irã 'deveria estar muito preocupado'

Trump fala em 'toque mais suave' na política de imigração após crise em Minneapolis

Setor privado dos EUA cria menos empregos que o esperado em janeiro