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EUA aprovam envio de 400 militares a mais à Síria

Desde outubro de 2015, 500 militares americanos aconselham na Síria os combatentes que lutam contra o Estado Islâmico

Síria: a Casa Branca estuda atualmente propostas do Pentágono para intensificar a luta contra o EI no Iraque e na Síria (Khalil Ashawi/Reuters)

Síria: a Casa Branca estuda atualmente propostas do Pentágono para intensificar a luta contra o EI no Iraque e na Síria (Khalil Ashawi/Reuters)

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AFP

Publicado em 9 de março de 2017 às 15h56.

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Os Estados Unidos aprovaram o envio de 400 militares para a Síria para apoiar a ofensiva em Raqa, reduto do grupo Estado Islâmico, informou nesta quinta-feira um porta-voz militar americano.

"São forças temporárias", indicou o coronel John Dorrian, porta-voz militar em Bagdá, que confirmou as informações reveladas pelo New York Times.

Desde outubro de 2015, 500 militares americanos aconselham na Síria os combatentes que lutam contra o EI, especialmente a aliança entre curdo-árabe das Forças Democráticas da Síria (FDS).

A Casa Branca estuda atualmente propostas do Pentágono para intensificar a luta contra o EI no Iraque e na Síria.

Durante a campanha eleitoral, Donald Trump não poupou provocações aos generais americanos e ao ritmo lento dos avanços militares contra os extremistas no Iraque e na Síria.

Entre as alternativas discutidas pela nova administração estão o aumento do número de conselheiros militares americanos na Síria e no Iraque e autorizar o envio de tropas para participar diretamente na luta contra os jihadistas.

O ex-presidente Barack Obama se opôs a esta última possibilidade, embora tenha autorizado o envio de 500 conselheiros para a Síria.

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