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Enviado da ONU diz que é preciso combater terroristas

O novo enviado da ONU para a Síria disse que é preciso lutar contra jihadistas e favorecer um processo político no país

O novo enviado da ONU para a Síria, Staffan de Mistura (Louai Beshara/AFP)

O novo enviado da ONU para a Síria, Staffan de Mistura (Louai Beshara/AFP)

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Da Redação

Publicado em 11 de setembro de 2014 às 09h39.

Damasco - O novo enviado da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, afirmou nesta quinta-feira, em Damasco, que é preciso lutar contra os jihadistas e, ao mesmo tempo, favorecer um processo político para acabar com a guerra civil no país.

"Está claro que é preciso enfrentar os grupos terroristas", disse em uma coletiva de imprensa depois de ter se reunido com o presidente sírio, Bashar al-Assad.

"Mas não há contradição e são inclusive complementares a luta contra o terrorismo e as medidas de segurança (...) com a aceleração e a aplicação de um processo político o mais inclusivo" possível, disse De Mistura.

Os Estados Unidos descartaram que Assad integre uma coalizão para lutar contra os jihadistas do Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

Na quarta-feira, De Mistura se reuniu com o titular das Relações Exteriores sírio, Walid Mualem, no âmbito de sua primeira visita desde sua nomeação em julho substituindo o argelino Lakhdar Brahimi.

O diplomata também se encontrará com opositores do interior tolerados pelo regime, que previsivelmente pedirão que organize novas rodadas de negociações em Genebra.

Brahimi renunciou em maio após dois anos de esforços para colocar fim a uma guerra na qual mais de 191.000 pessoas morreram desde março de 2011.

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