Mundo

EI diz ter matado dois chineses sequestrados no Paquistão

O Ministério do Exterior da China disse estar "gravemente preocupado" sobre os relatos, e afirmou estar trabalhando para verificar a informação

EI: homens armados que fingiam ser policiais sequestraram dois professores chineses em maio (Dado Ruvic/Reuters)

EI: homens armados que fingiam ser policiais sequestraram dois professores chineses em maio (Dado Ruvic/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 8 de junho de 2017 às 22h01.

Priorizar nos meus resultados Google

Cairo/Quetta - O Estado Islâmico matou dois professores chineses sequestrados no Paquistão no mês passado, informou a agência de notícias do grupo militante, a Amaq, nesta quinta-feira, representando um grande revés para os esforços de Islamabad de garantir a segurança de trabalhadores chineses.

O Ministério do Exterior da China disse estar "gravemente preocupado" sobre os relatos, e afirmou estar trabalhando para verificar a informação.

Homens armados que fingiam ser policiais sequestraram dois professores de idioma na capital da província de Baluchistan, Quetta, em 24 de maio.

O sequestro foi um raro incidente envolvendo chineses no Paquistão, onde Pequim comprometeu investimentos na ordem de 57 bilhões de dólares.

"Combatentes do Estado Islâmico mataram dois chineses que mantinham sob custódia na província de Baluchistan, sudeste do Paquistão", disse Amaq.

Um porta-voz do governo de Baluchistan disse que autoridades estavam no processo de confirmar a informação.

O Estado Islâmico, que controla algum território no vizinho Afeganistão, tem tido dificuldades para estabelecer uma presença firme no Paquistão.

No entanto, o grupo extreminsta reivindicou diversos ataques no país, incluindo um que deixou 25 mortos no mês passado em Baluchistan.

Acompanhe tudo sobre:TerrorismoChinaEstado IslâmicoMortes

Mais de Mundo

Franceses voltam às ruas contra alta do custo de vida e pressionam governo Macron

Marco Rubio avalia deixar o governo Trump após derrota republicana nas eleições dos EUA

Brasileiros lideram busca por residência no Paraguai, que agora enfrenta crise política

Paraguai já teve presidente que renunciou e foi morar em Balneário Camboriú