Genebra - A probabilidade de que até o fim do ano ocorra o fenômeno meteorológico "El Niño", que provoca secas e inundações, diminuiu desde junho, anunciou nesta segunda-feira a Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU baseada em Genebra.
Esta probabilidade e de 55-60% entre setembro e novembro e de 70% para o período entre novembro e fevereiro, segundo a OMM.
Em junho, a organização avaliou a possibilidade entre 75% e 80% para o período outubro-dezembro.
"As anomalias de temperatura nos oceanos ao longo da linha do Equador diminuíram nos últimos dois meses", o que explica estes novos dados, segundo um boletim da OMM.
O "El Niño" tem um grande impacto no clima mundial, lembra a OMM.
Este fenômeno, consequência do aumento da temperatura do oceano Pacífico, ocorre, segundo esta organização, com uma frequência de entre dois e sete anos. O último episódio remonta a 2009-2010.
Uma conferencia sobre o "El Niño" será realizada em novembro em Guayaquil (Equador), co-patrocinada pela OMM.
As mudanças climáticas, ao contribuir para o aumento da temperatura nos oceanos, afetam a intensidade e a frequência do "El Niño".
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1/12 (Getty Images)
São Paulo -
Relatório alemão divulgado para a COP18 aponta quais são as 10 nações que mais sofreram com eventos climáticos extremos em 2011. A ideia é chamar a atenção dos negociadores que estão participando da Conferência no Qatar para a importância de debater não só a redução das emissões de gases do efeito estufa, mas também o investimento em ações de mitigação e adaptação às alterações do
clima. O Brasil aparece em 6º lugar no ranking
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2. 1. Tailândia
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2/12 (Paula Bronstein/Getty Images)
Posição no ranking: 1º lugar Número de mortos: 892 Perda de dinheiro: US$ 75,5 milhões
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3. 2. Camboja
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3/12 (SarahDepper/Creative Commons)
Posição no ranking: 2º lugar Número de mortos: 247 Perda de dinheiro: US$ 1 milhão
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4. 3. Paquistão
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4/12 (Getty Images)
Posição no ranking: 3º lugar Número de mortos: 585 Perda de dinheiro: US$ 5,8 bilhões
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5. 4. El Salvador
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5/12 (rapidtravelchai/Creative Commons)
Posição no ranking: 4º lugar Número de mortos: 35 Perda de dinheiro: US$ 1,6 bilhões
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6. 5. Filipinas
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6/12 (Reuters)
Posição no ranking: 5º lugar Número de mortos: 1.659 Perda de dinheiro: US$ 1,1 bilhões
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7. 6. Brasil
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7/12 (Wilson Dias/ABr)
Posição no ranking: 6º lugar Número de mortos: 1.013 Perda de dinheiro: US$ 4,7 bilhões
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8. 7. Estados Unidos
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8/12 (Getty Images)
Posição no ranking: 7º lugar Número de mortos: 844 Perda de dinheiro: US$ 74,8 bilhões
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9. 8. Laos
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9/12 (Mr. ATM/Creative Commons)
Posição no ranking: 7º lugar Número de mortos: 844 Perda de dinheiro: US$ 74,8 bilhões
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10. 9. Guatemala
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10/12 (Johan Ordonez/AFP)
Posição no ranking: 9º lugar Número de mortos: 42 Perda de dinheiro: US$ 553 milhões
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11. 10. Sri Lanka
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11/12 (Wikimedia Commons)
Posição no ranking: 10º lugar Número de mortos: 106 Perda de dinheiro: US$ 602 milhõesnull
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12/12 (Getty Images)