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Dalai Lama diz que seu sucessor pode ser uma mulher

O prêmio Nobel da Paz, que vive exilado na Índia desde 1959, iniciou uma viagem pela Austrália onde deve dar conferências

Dalai Lama: líder espiritual tibetano garantiu que o mundo padece de uma "crise moral" de desigualdade e sofrimento (REUTERS/Mark Blinch)
DR

Da Redação

Publicado em 13 de junho de 2013 às 07h56.

Sydney - O Dalai Lama, líder espiritual tibetano, disse nesta quarta-feira, no início de uma viagem de dez dias pela Austrália, que seu sucessor poderia ser uma mulher e que as mulheres têm as qualidades necessárias para exercer liderança.

"Se as circunstâncias são tais que uma mulher Dalai Lama seja mais útil, então automaticamente virá uma mulher Dalai Lama", disse em entrevista coletiva em Sydney.

O líder espiritual tibetano no exílio, de 77 anos, garantiu que o mundo padece de uma "crise moral" de desigualdade e sofrimento, por isso destacou a necessidade de encontrar líderes que incorporem a compaixão em seus cargos.

"Neste sentido, as mulheres têm maior potencial, têm mais sensibilidade para o bem-estar dos outros", afirmou Tenzin Gyatso, o 14º Dalai Lama.

"No meu caso, meu pai era bastante mau caráter. Em algumas ocasiões recebi algumas pancadas. Mas minha mãe era maravilhosamente compassiva", acrescentou.

O Dalai Lama fez estas declarações depois que a primeira-ministra australiana, Julia Gillard, acusou à oposição conservadora de "comportamentos misóginos" e de promover políticas que marginalizam as mulheres.

O Dalai Lama, prêmio Nobel da Paz que vive exilado na Índia desde 1959, iniciou uma viagem pela Austrália onde deve dar conferências em Sydney, Melbourne, Adelaide e Darwin.

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Sydney - O Dalai Lama, líder espiritual tibetano, disse nesta quarta-feira, no início de uma viagem de dez dias pela Austrália, que seu sucessor poderia ser uma mulher e que as mulheres têm as qualidades necessárias para exercer liderança.

"Se as circunstâncias são tais que uma mulher Dalai Lama seja mais útil, então automaticamente virá uma mulher Dalai Lama", disse em entrevista coletiva em Sydney.

O líder espiritual tibetano no exílio, de 77 anos, garantiu que o mundo padece de uma "crise moral" de desigualdade e sofrimento, por isso destacou a necessidade de encontrar líderes que incorporem a compaixão em seus cargos.

"Neste sentido, as mulheres têm maior potencial, têm mais sensibilidade para o bem-estar dos outros", afirmou Tenzin Gyatso, o 14º Dalai Lama.

"No meu caso, meu pai era bastante mau caráter. Em algumas ocasiões recebi algumas pancadas. Mas minha mãe era maravilhosamente compassiva", acrescentou.

O Dalai Lama fez estas declarações depois que a primeira-ministra australiana, Julia Gillard, acusou à oposição conservadora de "comportamentos misóginos" e de promover políticas que marginalizam as mulheres.

O Dalai Lama, prêmio Nobel da Paz que vive exilado na Índia desde 1959, iniciou uma viagem pela Austrália onde deve dar conferências em Sydney, Melbourne, Adelaide e Darwin.

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