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COI quer manter custo da Tóquio 2020 abaixo de US$ 20 bi

Governo de Tóquio ordenou uma reavaliação do orçamento visando cortar gastos projetados em 26,75 bilhões de dólares

Olimpíadas: organizadores de Tóquio 2020 prometeram manter os gastos inferiores a 20 bilhões de dólares (Thomas Peter / Reuters)

Olimpíadas: organizadores de Tóquio 2020 prometeram manter os gastos inferiores a 20 bilhões de dólares (Thomas Peter / Reuters)

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Reuters

Publicado em 29 de novembro de 2016 às 10h47.

Tóquio - O Comitê Olímpico Internacional (COI) pediu a Tóquio que mantenha os custos da Olimpíada de 2020 abaixo de 20 bilhões de dólares, já que os anfitriões continuam às voltas com gastos crescentes para o evento.

A governadora de Tóquio, Yuriko Koike, ordenou uma reavaliação do orçamento que recomendou planos revisados para três instalações de forma a cortar gastos projetados em 26,75 bilhões de dólares, quatro vezes a estimativa inicial feita quando a capital do Japão conquistou o direito de sediar os Jogos.

Em uma reunião aberta de um grupo de trabalho que incluiu o COI nesta terça-feira, os organizadores de Tóquio 2020 prometeram manter os gastos inferiores a 20 bilhões de dólares, mas a autoridade olímpica achou que mesmo este teto está alto demais.

"O COI não concordou com esta quantia de dinheiro", disse o vice-presidente do COI, Peter Coates, a repórteres após a reunião, realizada após um mês de conversas técnicas e encontros de grupos de trabalho de menor escalão.

"Acreditamos que os Jogos podem ser realizados com significativamente menos do que isso", afirmou ele, observando que o COI irá se reunir com autoridades de Tóquio para debater cortes adicionais.

Entre as propostas discutidas estiveram aquelas feitas pelo governo da cidade-sede para transferir competições de remo e canoagem/caiaque para um local já existente 400 quilômetros ao norte de Tóquio, e usar instalações mais antigas para os eventos de vôlei e natação.

Koike disse no encontro que, devido ao alto custo de se reformar o local de competição de remo atual, Tóquio decidiu manter os planos de construir um novo na capital.

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