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China: Xangai começa flexibilizar confinamento contra covid

Autoridades vão permitir gradualmente que os moradores das áreas com menos casos deixem suas residências

Bombeiros usando equipamentos de proteção individual descarregam suprimentos durante o bloqueio em fases desencadeado pelo surto de COVID-19 em 10 de abril de 2022 em Xangai, China (VCG / Colaborador/Getty Images)

Bombeiros usando equipamentos de proteção individual descarregam suprimentos durante o bloqueio em fases desencadeado pelo surto de COVID-19 em 10 de abril de 2022 em Xangai, China (VCG / Colaborador/Getty Images)

A
AFP

Publicado em 11 de abril de 2022, 09h55.

Xangai reduziu nesta segunda-feira (11) as restrições em alguns bairros da metrópole chinesa após os protestos contra as normas rígidas contra a covid-19, que provocaram o confinamento de 25 milhões de pessoas.

As autoridades anunciaram que começarão a permitir gradualmente que os moradores das áreas com menos casos deixem suas residências, mas não informaram quantas pessoas poderão sair de suas casas nem quando.

A China segue uma política rígida de "covid zero", com o objetivo de eliminar os contágios por meio de confinamentos estritos, testes em larga escala e restrições de deslocamentos.

Xangai enfrenta algumas das medidas mais severas desde que o vírus surgiu na cidade chinesa de Wuhan em 2019, com confinamento estrito que dificulta a comprar de alimentos e levou milhares de pessoas a centros de quarentena.

As autoridades informaram que classificarão as residências ad cidade em três níveis, com base no número de infecções.

As "medidas de prevenção e controle diferenciadas" refletirão as "circunstâncias reais" no terreno, afirmou Gu Honghui, funcionário da prefeitura de Xangai.

As pessoas que estão em "zonas de controle fechadas" ou "zonas de gestão controlada" permanecerão confinadas em suas casas ou limitadas a suas residências.

As pessoas nos complexos residenciais que não registraram nenhum caso nos últimos 14 dias poderão sair de suas casas.