Mundo

Capriles e Maduro votam em Caracas

Capriles fez um apelo aos eleitores para que saíssem de casa e fossem às urnas, já que o voto não é obrigatório no país

Nicolas Maduro afirmou que o índice de participação até o momento era “fabuloso” (Reuters)

Nicolas Maduro afirmou que o índice de participação até o momento era “fabuloso” (Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de abril de 2013 às 17h30.

Brasília – O candidato da oposição à presidência da Venezuela, Henrique Capriles, e seu rival, o presidente em exercício Nicolas Maduro, votaram esta tarde em Caracas, capital do país latino-americano. Capriles foi o primeiro a votar no colégio Santo Tomás de Villanueva. Maduro depositou seu voto poucas horas depois  no colégio Miguel Antonio Caro.

Capriles fez um apelo aos eleitores para que saíssem de casa e fossem às urnas, já que o voto não é obrigatório no país. “Que comece agora uma avalanche em que todos vão votar”, pediu. O opositor reclamou ainda de alguns “tropeços” durante a votação e exortou os eleitores a se transformarem em “repórteres” para denunciar irregularidades.

Já o candidato e presidente em exercício Nicolas Maduro afirmou que o índice de participação até o momento era “fabuloso”. “Estamos quebrando recordes”, disse ele, segurando uma imagem de Jesus Cristo.

Em entrevista à Agência Venezoelana de Notícias (AVN), a agência estatal da Venezuela, Maduro afirmou que até o início da tarde 11,5 milhões de venezuelanos haviam votado. O país tem cerca de 19 milhões de eleitores cadastrados. De acordo com autoridades locais, exceto por alguns atrasos, a votação no país transcorre normalmente.

Acompanhe tudo sobre:PolíticosAmérica LatinaVenezuelaNicolás MaduroHenrique Capriles

Mais de Mundo

Irã denuncia atraso na emissão de vistos para delegação da Copa e pede apoio da Fifa

Irã lança mísseis contra Bahrein e Kuwait em resposta a ataque dos EUA

Governo Trump teme ação de inteligência israelense contra altos funcionários, diz NYT

Jogadores do Irã terão de deixar os EUA no mesmo dia das partidas da Copa, diz embaixador