Mundo

Cancelamentos estão em nível normal, diz Malaysia Airlines

Os passageiros que adquiriram bilhetes da companhia têm até quinta-feira para decidir se eles desejam cancelar os seus bilhetes


	Avião MH-17 da Malaysia Airlines é visto no aeroporto de Schiphol, em Amsterdam, antes de decolar para Kuala Lumpur
 (Yaron Mofaz/Reuters)

Avião MH-17 da Malaysia Airlines é visto no aeroporto de Schiphol, em Amsterdam, antes de decolar para Kuala Lumpur (Yaron Mofaz/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 23 de julho de 2014 às 06h35.

Kuala Lumpur - A Malaysia Airlines informou nesta quarta-feira que não observou uma onda de cancelamentos de bilhetes aéreos nem um aumento dos pedidos de reembolso após a segunda tragédia com uma aeronave da empresa em menos de cinco meses.

A companhia aérea ofereceu reembolso total para os passageiros que já tinham bilhetes para voos programados até o final do ano após a queda do MH17 na Ucrânia na quinta-feira passada, que causou a morte de todos as 298 pessoas a bordo.

Os passageiros que adquiriram bilhetes da companhia têm até quinta-feira para decidir se eles desejam cancelar os seus bilhetes e ter o valor restituído.

Em resposta à reportagem do Wall Street Journal, a Malaysia Airlines declarou que "não tem notado qualquer aumento anormal dos cancelamentos, nem identificou um aumento perceptível dos pedidos de reembolso".

O cancelamento de voos da Malaysia Airlines tem sido muito frequente nas últimas semanas. Ontem, a companhia deixou de fazer 16 dos 164 voos programados para sair de Kuala Lumpur, de acordo com o site do aeroporto da cidade.

A empresa relatou que os cancelamento são "bastante normais" durante o Ramadã, mês sagrado para os muçulmanos. Fonte: Dow Jones Newswires.

Acompanhe tudo sobre:VeículosTransportesacidentes-de-aviaoAviõesMalaysia Airlines

Mais de Mundo

Ebola mata 2.184 na RDC em surto com 4.665 casos

Irã confirma presença na cúpula dos Brics em setembro

Terremoto de 7,4 na Colômbia deixa 281 mortos; buscas continuam

'Nações Desunidas': por que o próximo líder da ONU herdará entidade fragmentada